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O Governo de Juscelino Kubitschek

<<  Lygia Pape

Artista plástica, nasceu em Nova Friburgo (RJ) em 1929 e iniciou seus estudos em arte com os gravadores Fayga Ostrower e Ivan Serpa.

Em 1953 participou da I Exposição Nacional de Arte Abstrata Nacional, em Petrópolis. Expõe as xilogravuras "Tecelares" com o Grupo Frente, no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (Mam-RJ), em 1955. No ano seguinte participou da Exposição de Arte Concreta no Museu de Arte de São Paulo (Masp) e em Zurique. No final de 1956 e começo de 1957 participou da I Exposição Nacional de Arte Concreta, no Museu de Arte Moderna de São Paulo (Mam–SP) e no Ministério da Educação e Cultura, no Rio. Atuou nos dois movimentos mais importantes como renovadores da arte da década de 50: o concretismo e em seguida o neoconcretismo, que se rebelou contra os rigores da arte concreta. A partir daí começou a desenvolver trabalhos que buscavam fugir do suporte tradicional da obra de arte, isto é, da tela e da escultura. Ao longo da década de 1950 também participou das III, IV e V Bienais Internacionais de São Paulo.

Usou o corpo humano em trabalhos de 1959, explorando o tato, olfato e paladar. A partir de 1960 iniciou uma série de projetos de esculturas em madeira. Passou a trabalhar com cinema a partir de 1962, fazendo cartazes, roteiro, montagem e direção. Em 1967 participou da exposição Nova Objetividade Brasileira com a "Caixa de baratas" e a "Caixa de formigas". Em 1968, no evento "Apocalipopótese" mostra seu objeto penetrável "Ovo".

Em 1969 exibiu numa favela o "Divisor", feito de pano com perfurações. Em 1975 realizou sua primeira individual na Galeria Maison de France no Rio de Janeiro. No ano seguinte faz a exposição "Eat Me" na Galeria Arte Global, em São Paulo. Ganhou bolsa de estudos da Fundação Guggenheim, em Nova Iorque, permanecendo vários meses nessa cidade.

Nas décadas de 1980 e 1990,sua obra passa a trabalhar com a ilusão dos sentidos – o que é pesado parece leve e vice-versa. Com a morte de Hélio Oiticica trabalhou na organização de seu acervo.

Expôs sua produção neoconcreta na galeria Thomas Cohn e na mostra "Modernidade" em Paris. Em 1990 expõe os "Amazoninos", trabalhos em chapa metálica que receberam prêmio da Associação Brasileira de Críticos de Arte. Com apoio de bolsa institucional da Fundação Vitae, realiza "Teias", combinando luz e pigmento. Tem obras expostas na Bienal Brasil Século XX e participa da mostra "Tendências Construtivas" no Acervo do Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo (Mac – Usp).

Foi professora na Faculdade Santa Úrsula, com mestrado e doutorado em Estética.

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