Renato Ortiz

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Renato Ortiz   nasceu no dia 20 de março de 1947 na cidade de Ribeirão Preto, São Paulo. Concluiu o ano de 1972 com dois títulos: o da graduação em sociologia pela Université Paris VIII e o de mestre pela École des Hautes Études en Sciences Sociales, concluindo seu doutorado em 1975 nesta mesma instituição. Atualmente é professor titular da Universidade Estadual de Campinas

  • Minutagem

    • 00:00:33 Origens familiares.
    • 00:05:05 Anos de estudos em escolas públicas.
    • 00:08:32 Escolha da profissão de engenheiro.
    • 00:10:54 Mudança para Ribeirão Preto.
    • 00:11:53 A entrada para a Escola Agrária.
    • 00:12:34 São Paulo, rito de passagem.
    • 00:15:24 A mobilização política dos jovens dos anos 1960.
    • 00:19:01 Reforma universitária de 1968.
    • 00:21:45 Viagens pelo Brasil.
    • 00:23:33 Estudos na França.
    • 00:33:28 A esfera política no cotidiano.
    • 00:34:47 Cursos no Collège de France.
    • 00:45:19 Trabalho sobre cultos afro-brasileiros com Roger Bastide.
    • 00:51:37 Regresso ao Brasil, as razões do retorno ao país de origem.
    • 00:54:47 Ida para a Paraíba e os problemas lá vividos.
    • 00:56:31 Ida para Belo Horizonte, Minas Gerais.
    • 00:59:52 Experiência como professor da Universidade Federal de Minas Gerais .
    • 01:00:53 Atividade política.
    • 01:11:45 Antropologia e Sociologia: interseções.
    • 01:12:12 As diferenças que constituem os seres humanos.
    • 01:13:00 Formação dupla em Sociologia e Antropologia.
    • 01:16:30 Aproximação com Pierre Bourdieu.
    • 01:29:50 Referenciais teóricos: Karl Marx, Émile Durkheim e Max Weber.
    • 01:32:11 Os contatos com pessoas importantes na PUC/SP.
    • 01:33:51 Pós-doutorado em Nova York.
    • 01:41:08 O livro O próximo e o distante: Japão e modernidade – mundo.
    • 01:45:33 A experiência vivida durante a estadia no Japão.
    • 01:49:34 A repercussão da obra.
    • 01:52:37 Os pontos positivos e os negativos das Ciências Sociais na atualidade.
    • 01:59:48 O pouco contato com os países de língua portuguesa.
    • 02:04:24 Epílogo, a vocação. Como a vocação é mal entendida como uma coisa inata.
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