O Olhar do Cientista Social e a Linguagem Audiovisual
21 de setembro de 2022, às 16h30

O último cineclube traz uma sessão com os filmes produzidos por alunos e ex-alunos da Escola de Ciências Sociais FGV CPDOC. O Olhar do Cientista Social e a Linguagem AudiovisualFilmes exibidos: "O cartão família carioca" de Diana Rodriguez e Luiza Bonazza (8 min.); "Nervo Decolonial" de Gabri Kucuruza, Karime Bou-Haya, Leonardo Maia, Luiz Flores, Luiza Botelho, Maria Julia Atty, Renê Bastos, Saulo Duarte e Teo Sabadin (10 min.); "TestOlhar: memórias em transição" de Aron Giovanni (30 min.).

Cineclube

O Cineclube FGV se propõe a ser um fórum de familiarização com a produção do cinema documentário e de discussão sobre o gênero. As sessões, gratuitas e abertas ao público, são compostas pela projeção de um filme seguida de debate com realizadores, professores e/ou comentaristas. A página do Cineclube FGV pode ser acompanhada no Facebook e seguida no perfil do CPDOC no Instagram. Confira abaixo a programação atual e dos anos anteriores:

Sessões
2022

Sessões
2021

Sessões
2020

Sessões
2019

Sessões
2018

Sessões
2017

Sessões
2016

Sessões
2015

Sessões
2014

  • 27/novembro/2014 - Tim Lopes - Histórias de Arcanjo, de Guilherme Azevedo e Bruno Quintella. Após a exibição do filme, debate com o diretor Guilherme Azevedo e o roteirista Bruno Quintella.

  • 30/outubro/2014 - Morro dos Prazeres, de Maria Augusta Ramos. Após a exibição do filme, debate com a diretora.

  • 25/setembro/2014  - O prisioneiro da grade ferro (autorretratos), de Paulo Sacramento. Após a exibição do filme, debate com o diretor. 

  • 28/agosto/2014 - Domínio Público, de Fausto Mota, Raoni Vidal, Henrique Ligeiro. Após a exibição dos filmes, debate com os realizadores, além das pesquisadoras Sonia Fleury e Mariana Cavalcanti.

  • 29/maio/2014 - Copa de 1970: Depoimentos de jogadores, de Bernardo Buarque de Hollanda. Curta de abertura: "Geral", de Anna Azevedo. Após a exibição dos filmes, debate com o historiador José Rufino dos Santos e com os diretores.

  • 24/abril/2014 - O dia que durou 21 anos, de Camilo Tavares. Após a exibição do filme, debate com o diretor.

  • 13/março/2014 - Memória para uso diário, de Beth Formaggini. Após a exibição do filme, debate com a diretora.

  • 13/fevereiro/2014 - Dossiê Jango, de Paulo Henrique Fontenelle. Após a exibição do filme, debate com os realizadores.

 

Sessões
2013

  • 28/novembro/2013
    Favela Fabril, de Mariana Cavalcanti, Paulo Fontes e Thaís Blank. Curta de abertura: Casas Marcadas. Após a exibição dos filmes, debate com os realizadores.

  • 24/outubro/2013
    Um lugar ao sol, de Gabriel Mascaro. Curta de abertura: Nº 193, de Thelma Vilas Boas. Após a exibição dos filmes, debate com os realizadores.

  • 26/setembro/2013
    HU, de Pedro Urano e Joana Traub Csekö. Curta de abertura: Portas, Paredes e Janelas, de Tatiana Reuter e Pedro Vinícius. Após a exibição dos filmes, debate com os realizadores.

  • 08/agosto/2013
    Em busca de um lugar comum, de Felippe Schultz Mussel. Após a exibição do filme houve debate com Paulo Lins, Bianca Freire-Medeiros e Felippe Schultz Mussel.

  • 27/junho/2013
    Glauces: Estudo de um Rosto, de Joel Pizzini; Brasília Segundo Feldman, de Vladimir Carvalho; À Luz do Dia, de Joana Nin. Após a exibição dos filmes houve debate com Carlos Mattos e Joana Nin.

  • 23/maio/2013
    "Santoscópio = Dumontagem" e "Santos Dumont - Pré Cineasta?", de Carlos Adriano. Após a exibição, debate com Monica Kornis & Carlos Adriano (diretor).

  • 25/abril/2013
    Triunfo da Vontade, de Leni Rienfestahl. Após a exibição, debate com Gilberto Santeiro & Mônica Kornis.

  • 21/março/2013
    O Turbilhão - Uma Crônica Familiar, de Péter Forgács. Na primeira exibição do ano, será exibido o filme "O Turbilhão - Uma Crônica Familiar", de Péter Forgács. Após a sessão, debate com Eduardo Escorel e Consuelo Lins.

Sessões
2012

  • 25/outubro/2012
    Marighella, de Isa Grinspum

    Carlos Marighella, revolucionário e autor do Manual do Guerrilheiro Urbano, foi assassinado pela polícia em 1969, em plena Ditadura Militar. Em documentário, sua sobrinha Isa Grinspum reconstrói sua história por meio de memórias afetivas e depoimentos de pessoas próximas a ele, como a viúva Clara Charf. A narração é do ator Lázaro Ramos.

    Após a sessão, debate com a diretora.

 

  • 27/setembro/2012
    A cidade é uma só?, de Adirley Queirós

    Reflexão sobre os 50 anos de Brasília, tendo como foco a discussão sobre o processo permanente de exclusão territorial e social que uma parcela considerável da população do Distrito Federal e do Entorno sofre. O ponto de partida desssa reflexão é a chamada Campanha de Erradicação de Invasões (CEI), que, em 1971, removeu os barracos que ocupavam os arredores da então jovem cidade.

    Após a sessão, debate com o diretor.

 

  • 30/agosto/2012
    Diário de uma busca , de Flávia Castro(2012)

    Outubro, 1984. Celso Castro, jornalista com uma longa história de militância de esquerda, é encontrado morto no apartamento de um ex-oficial nazista, onde entrou à força. A polícia sustenta que se trata de um suicídio. O episódio, digno de um filme de suspense, é o ponto de partida de Flavia, filha de Celso e diretora do filme, que decide reconstruir a história da vida e da morte do homem singular que foi o seu pai.

    Após a sessão, debate com a diretora.

 

  • 28/junho/2012
    Uma longa viagem , de Lúcia Murat(2012)

    O filme conta a história de três irmãos, com a linha dramática dada pela história do caçula, que vai para Londres em 1969, enviado pela família para não seguir os passos da irmã e entrar na luta armada contra a ditadura no Brasil. Um documentário que trabalha sobre a memória, não só pela forma como é feita a investigação, mas também sobre o motivo do filme: a morte do terceiro irmão.

    Após a exibição, debate sobre o filme.

 

  • 31/maio/2012
    O céu sobre os ombros , de Sérgio Borges(2012)

    O filme conta a história de três pessoas anônimas. São histórias inventadas pela vida, pelos personagens, de pessoas que vivem num contexto entre o cotidiano, o exótico e a marginalidade. "O céu sobre os ombros" é um gesto para revelar o quanto somos humanos e quão semelhantes são nossos medos e desejos.

    Após a exibição, debate com o diretor.

 

  • 26/abril/2012
    Valsa com Bashir , de Ari Folman(2012)

    Em um bar, um amigo conta ao diretor Ari Folman sobre um sonho constante que tem, no qual é perseguido por 26 cães ferozes. Através da conversa eles concluem que a imagem tem ligação com sua missão na 1ª Guerra do Líbano, no inicio dos anos 80, quando defendia o exército de Israel. Como Ari não se lembra sobre o evento, ele passa a buscar e entrevistar seus velhos companheiros da época

    Após a exibição, houve debate com os professores Mauricio Santoro e Monique Goldfeld, do Centro de Relações Internacionais da FGV.

 

  • 29/março/2012
    Riscado , de Gustavo Pizzi(2012)

    Bianca é uma excelente atriz, mas sua carreira ainda não deslanchou. Como ganha pão, ela imita divas do cinema e trabalha divulgando eventos. Após fazer um teste para uma grande produção internacional, Bianca finalmente ganha o papel. Inspirado pela personalidade e o trabalho dela, o diretor do filme transforma a personagem do seu roteiro em uma versão da própria Bianca, que será uma das protagonistas.

    Após a exibição, houve debate com o diretor.

 

  • SESSÕES PROGRAMADAS PARA O PRIMEIRO SEMESTRE/2012
    Cineclube FGV 2012 .

    Todas as sessões do primeiro semestre de 2012 ocorrerão na última quinta-feira de cada mês, às 18h30. As exibições serão acompanhadas de debate com os realizadores dos filmes ou especialistas. A entrada é gratuita.

Sessões
2011

  • 24/novembro/2011
    Rock Brasília: Era de Ouro , de Vladimir Carvalho(2011)

    Vencedor do prêmio de Melhor Documentário no Festival de Paulínia 2011 e filme de abertura do Festival de Brasília, Rock Brasília: Era de Ouro narra a trajetória de jovens de Brasília que, liderados por Renato Russo, venceram os obstáculos e realizaram o sonho de fazer sucesso com as suas bandas: Aborto Elétrico, Legião Urbana, Capital Inicial, Os Paralamas do Sucesso e Plebe Rude.

    Após a exibição, houve debate com o diretor.

 

  • 27/outubro/2011
    Palavra (En)cantada , direção Helena Solberg e produção David Meyer. (2011)

    Este documentário percorre uma viagem na história do cancioneiro brasileiro com um olhar especial para a relação entre poesia e música. Dos poetas provençais ao rap, do carnaval de rua aos poetas do morro, da bossa nova ao tropicalismo, Palavra (En)cantada passeia pela música brasileira até os dias de hoje, costurando depoimentos de grandes nomes da nossa cultura, performances musicais e surpreendente pesquisa de imagens.

    Após a exibição do documentário houve debate com a diretora e o produtor.

 

  • 29/setembro/2011
    Nelson Cavaquinho | Música para antropofagia | Música para cordas elétricas e acústicas

    Exibição de três documentários: o curta-metragem "Nelson Cavaquinho" e os filmes de média-metragem "Música para antropofagia" e "Música para cordas elétricas e acústicas", ambos da série "Músicas do Brasil", dirigida por Belisário França e que realiza um inventário musical dos ritmos brasileiros.

    Após as exibições, debate com Bernardo Buarque de Hollanda e Marcos Alvito.

 

  • 25/agosto/2011
    Herbert de Perto , de Roberto Berliner e Pedro Bronz. (2009, 94 min)

    A história da vida e carreira de Herbert Vianna, líder dos Paralamas do Sucesso, uma das principais bandas do roque brasileiro.

    Após a sessão houve debate com os diretores.

 

  • 27/maio/2011
    Sessão dupla: Bethânia bem de perto | Uma noite em 67

    Exibição dos documentários "Bethânia bem de perto – A propósito de um show", de Eduardo Escorel e Júlio Bressane, e "Uma noite em 67", de Renato Terra e Ricardo Calil. O curta-metragem "Bethânia bem de perto", realizado em 1966, acompanha Maria Bethânia, que acabava de chegar ao Rio de Janeiro para substituir Nara Leão no show Opinião. O filme "Uma noite em 67", de 2010, resgata a noite de 21 de outubro de 1967, quando aconteceu a final do III Festival de Música Popular Brasileira da TV Record, uma das finais mais importantes da Era dos Festivais. Uma disputa acirrada entre jovens artistas como Chico Buarque, Caetano Veloso, Gilberto Gil, Roberto Carlos, Edu Lobo e Sérgio Ricardo, que mudaria os rumos da MPB.

    Após a exibição dos houve debate com os diretores Eduardo Escorel e Renato Terra.

 

  • 31/março/2011
    Jards Macalé: Um morcego na porta principal, de Marco Abujamra e João Pimentel (2008, 71 min)

    Exibição do documentário Jards Macalé: Um Morcego na Porta Principal, de Marco Abujamra e João Pimentel. Vencedor do prêmio do júri no Festival do Rio 2008, o filme retoma a trajetória de Jards Macalé, artista contestador e personagem controverso da cultura brasileira. O filme conta com depoimentos de Nelson Motta, Gilberto Gil, Maria Bethânia, Paulinho da Viola, entre outros.

Sessões
2010

  • 9/dezembro/2010
    Avós: saudades do que não vivi, de André Paz (2009, 78min)

    Em dezembro, o Cineclube FGV abriga a mostra Itinerância Universitária, promovida pelo festival Mostra Internacional do Filme Etnográfico, com a exibição do documentário Avós: Saudades do que não vivi, de André Paz. O filme é um ensaio do diretor sobre seus avós e sua relação com eles na vida e na busca pela realização do próprio filme. Enquanto os depoimentos dos avós trazem as histórias de suas migrações para o Brasil, o diretor viaja com eles até suas aldeias de origem em Portugal. Os personagens são construídos entre depoimentos, interações, cotidianidades, movimentações, paisagens; e temperados pela filmagem dos avós assistindo às imagens de si mesmos e pelos planos produzidos por eles.

 

  • 26/novembro/2010
    Terra Deu, Terra Come, de Rodrigo Siqueira (2010, 1h28 min)

    Exibição do documentário ganhador do prêmio de “Melhor Documentário Brasileiro” do festival É Tudo Verdade de 2010. Terra Deu, Terra Come, de Rodrigo Siqueira, retrata, através do personagem de Pedro Alexina, o sertão mineiro, seus mistérios e seus encantamentos. Pedro é um dos últimos conhecedores dos vissungos, as cantigas em dialeto banguela cantadas durante os rituais fúnebres da região, que eram muito comuns nos séculos 18 e 19. Garimpeiro de muita sorte, ele já encontrou diamantes de tesouros enterrados pelos antigos escravos, na região de Diamantina. Mas o primeiro diamante que encontrou há 70 anos, foi enterrado pelo tio em local desconhecido. Depois disso, vive sempre em uma sinuca: para reencontrar o diamante só se invocar a alma de seu tio João dos Santos. Durante um funeral, Pedro desfia histórias carregadas de poesia e significados metafísicos.

    Após a exibição do filme houve debate com o diretor Rodrigo Siqueira e com a professora do CPDOC Luciana Heymann.

 

  • 29/setembro/2010
    Na trilha do cinema, de Marcelo Ernandez e Suiá Omim (2010, 86 min)

    O Cineclube FGV convidou para a exibição do documentário Na Trilha do Cinema, de Marcelo Ernandez e Suiá Omim. O filme é uma “pesquisa road movie” sobre o projeto "Oficine-se", dirigido pelo Ponto Cine, que propõe a instalação de núcleos de exibição cinematográfica em escolas do interior do Rio de Janeiro. Nessa viagem com personagens surpreendentes, os pesquisadores da UERJ descobrem um ex-estudante empenhado em montar uma sala de cinema em sua cidade, um professor de história que mistura cinema e astronomia e um ator famoso que transmite suas experiências a estudantes há 35 anos, tendo sempre como pano de fundo o debate sobre a democratização do acesso ao cinema.

    Após a sessão houve debate com a presença dos diretores e da professora-pesquisadora Mônica Kornis.

 

  • 27/agosto/2010
    Arquitetos do poder, de Alessandra Aldé e Vicente Ferraz (2010, 90 min)

    No mês da Copa do Mundo, o Cineclube FGV exibe dois documentários que transitam pelo universo do futebol. O curta metragem de Isaac Chueke, Fome de Bola, lança um olhar irreverente sobre o esporte mais popular do mundo. O futebol é visto através de torcidas arqui-rivais em um estádio, jogadores de várzea, apreciadores e um jogador profissional com um único gol na carreira. O longa 1958: o ano em que o mundo descobriu o Brasil, dirigido por Carlos Asberg, conta a história do primeiro título mundial do futebol brasileiro, através de seus protagonistas.

    Após a exibição dos filmes, debate com os diretores.

 

  • 16/junho/2010
    Fome de Bola , de Isaac Chueke (2009, 23 minutos) e 1958: o ano em que o mundo descobriu o Brasil, de José Carlos Asberg (2008, 90 minutos).

    O Laboratório de Jornalismo e Sociedade, o Laboratório de Estudos Políticos e o Cineclube FGV convidaram para a exibição do documentário Arquitetos do Poder de Alessandra Aldé e Vicente Ferraz. O filme faz uma investigação sobre as relações entre mídia e política e a evolução no uso das técnicas do marketing político ao longo da história recente do Brasil. Jornalistas, políticos e marqueteiros, como Duda Mendonça, Paulo de Tarso, Ronald de Carvalho e outros, comentam diversos episódios dramáticos das campanhas eleitorais de 1989, 1994 e 2006 - como a famosa edição do debate dos candidatos Luiz Inácio Lula da Silva e Fernando Collor de Mello, em 1989.

    Após a exibição do filme houve debate com os diretores Alessandra Aldé e Vicente Ferraz.

     

  • 26/maio/2010
    Olhos Azuis, de José Joffily (2010, 100 minutos)

    O Centro de Relações Internacionais da FGV, sediado no CPDOC, convida a todos para a pré-estréia do filme Olhos Azuis de José Joffily. O longa-metragem conta a história de Marshall (David Rasche), chefe do Departamento de Imigração do Aeroporto JFK, em Nova York, que, em seu último dia de trabalho antes da aposentadoria, detém um grupo de latino-americanos, expondo-os a uma série de situações constrangedoras. Cego pelo seu próprio preconceito, o oficial não percebe as conseqüências dos seus atos. Anos depois, os papéis se invertem, e Marshall é agora um estrangeiro no Brasil. Obcecado pela vontade de encontrar uma jovem menina no sertão nordestino, ele segue a sua jornada com a ajuda da bela Bia (Cristina Lago). Olhos Azuis foi o grande vencedor do II Festival Paulínia de Cinema, levando para casa seis prêmios, incluindo o de melhor filme.

    Após a sessão houve debate com o diretor José Joffilly, com a pesquisadora do CPDOC Ludmila Ribeiro e a pesquisadora do Centro de Relações Internacionais da FGV, Elena Lazarou.

     

  • 19/maio/2010
    Áurea , de Zeca Ferreira (16 minutos) e Nas rodas do choro , de Milena Sá (52 minutos).

    O cineclube FGV deste mês apresenta dois filmes realizados por jovens cineastas que transitam pelo universo da música: o curta-metragem Áurea, de Zeca Ferreira, e o média-metragem Nas rodas do choro de Milena Sá. Áurea mistura documentário e ficção para contar a história de Áurea Martins, cantora carioca. Nas rodas de choro investiga o processo de aprendizagem do choro através de um passeio pelas rodas e entrevistas com personalidades como Mauricio Carrilho, Paulo César Pinheiro, Zé da Velha, Silvério Pontes, Nilze Carvalho, entre outros.

    Após a exibição dos filmes, debate com os diretores.

     

  • 28/abril/2010
    L.A.P.A , de Cavi Borges e Emílio Domingos (2007, 75 minutos)

    O documentário de Cavi Borges e Emílio Domingos aborda a Lapa, bairro boêmio do Rio de Janeiro, tradicional reduto de sambistas que hoje é ponto de referência para a cultura do RAP carioca. Os diretores entrevistaram Mcs, músicos e compositores, como Marcelo D2, BNegão, Black Alien, entre outros, que refletem ao longo do filme sobre o movimento do RAP e importância da Lapa na sua formação. O filme percorreu diversos festivais, recebendo a Menção Honrosa na Mostra do filme Etnográfico de 2007 e o prêmio de Melhor Filme pelo Juri popular no Festival Caramundo 2008 - Rotterdam - Holanda.

    Após a exibição dos filmes, debate com os diretores.

     

  • 24/março/2010
    Uma festa para Jorge - de Isabel Joffily e Rita Toledo

    Isabel Joffily e Rita Toledo - jovens documentaristas que se aventuram pela primeira vez no fazer documental - acompanham a trajetória de três devotos de São Jorge ao longo dos meses de preparação para o 23 de Abril, dia do Santo. Dona Ana luta para organizar as barracas da festa. Seu Jorge precisa manter a ordem na Igreja. Helinho se confronta com os seus orixás. A relação de cada um deles com o evento revela o universo da devoção ao Santo Guerreiro na cidade do Rio de Janeiro. O filme é um DOCTV realizado em 2009.

    Ficha Técnica: 52min. 2009

Sessões
2009

  • 17/dezembro/2009
    Juruna, o espírito da floresta – de Armando Lacerda (2008, 86 minutos)

    O Cineclube FGV recebe a Itinerância da Mostra Internacional do Filme Etnográfico, com a exibição do filme "Juruna, o espírito da floresta".A partir da biografia apresentada pelo primogênito Diogo Amhó, o documentário resgata a história do único indígena a ocupar uma cadeira no Parlamento brasileiro, o cacique xavante Mário Juruna. Ao apontar as diferenças que separam e estigmatizam os povos indígenas, o filme propicia uma reflexão sobre a conjuntura político-social do país da metade do século XX até o presente momento.

    Debate com Christiane Jalles, professora do CPDOC da FGV, doutora em Ciência Política pelo IUPERJ, e com Bernardo Buarque de Hollanda, doutor em História pela PUC-Rio.

     

  • 10/dezembro/2009
    Apartamento 608 – Coutinho.doc – de Beth Formaginni, sobre Eduardo Coutinho (2009)

    Beth Formaginni, documentarista e produtora, registra o cineasta Eduardo Coutinho durante as gravações de “Edifício Master”, de 2002. O trabalho com a equipe de pesquisa e produção, a seleção de depoentes, a entrevista com eles e a avaliação do material produzido são registro valioso de bastidores que Beth Formaginni realiza. Ela captura o renomado documentarista em ação.

    Debate com a diretora, Beth Formaginni.

     

  • 05/novembro/2009
    Deixa que eu falo – de Eduardo Escorel, sobre Leon Hirzsman

    Documentário sobre o diretor do Cinema Novo, Leon Hirszman, realizado por seu amigo e companheiro de trabalho. O filme refaz a trajetória do cineasta através de sua obra e de imagens de arquivo. Usando inúmeros depoimentos do próprio Leon, Eduardo Escorel traça a síntese das esperanças e das frustrações de toda uma geração.

    Debate com o diretor, Eduardo Escorel.

     

  • 20/outubro/2009
    Giséle Omindarewa , de Clarice Ehlers Peixoto (2009, 71 minutos).

    Gisèle Cossard Omindarewa (86 anos), é francesa e mãe de santo no candomblé do Rio de Janeiro. Oriunda da burguesia parisiense, ela vive há muitos anos na Baixada Fluminense. O filme procura reconstituir a sua trajetória através das lembranças de sua infância e juventude, de sua participação na resistência francesa ao lado do pai, de sua vida africana como mulher de diplomata, de sua iniciação no candomblé nos anos 1960 e, principalmente, da sua atuação como mãe de santo no terreiro de Santa Cruz da Serra. São momentos de sua história individual que se cruzam com a vida coletiva e religiosa.

    O filme Giséle Omindarewa será apresentado no âmbito da disciplina História e Sociedade em Narrativas Audiovisuais, ministrada pela professora Mônica Almeida Kornis nos cursos Mestrado Profissional, Mestrado Acadêmico e Doutorado do Programa de Pós Graduação em História, Política e Bens Culturais do CPDOC-FGV. Após a sessão houve debate com a professora Clarice Ehlers Peixoto, diretora do filme.

     

  • 15/outubro/2009
    Histórias Cruzadas, de Alice de Andrade, sobre Joaquim Pedro de Andrade (2008, 53 minutos).

    Alice de Andrade, filha mais velha do cineasta Joaquim Pedro de Andrade, morto em 1988, revisita suas memórias para construir um retrato do pai. Com rico material de arquivo em foto e vídeo, o documentário relaciona os filmes aos momentos políticos e sociais em que foram filmados, sem deixar de lado nuances de intimidade familiar.

    Debate com Karla Holanda, produtora do filme, que contou sobre a feitura do documentário e o processo enfrentado por Alice durante sua realização.

     

  • 24/setembro/2009
    Domingos , de Maria Ribeiro, sobre Domingos de Oliveira (2008, 72 minutos).

    Um retrato do autor de mais de 20 peças de teatro e 13 filmes. Um artista inquieto, que, aos 72 anos, ainda produz para o teatro e para o cinema, reflete acerca de sua vida, de suas crenças, das crenças dos outros e da forma de estar no mundo – dele e dos outros. Encarando a rotina de forma única, muito do que se vê como ordinário, para Domingos, é brincadeira, música e paixão. “Minha obra é medíocre, a minha visão de mundo é que é linda”, revela o diretor em uma de suas reflexões neste documentário.

    Debate com Maria Ribeiro, diretora do filme.

     

  • 23/março/2009
    Trabalho em progresso: 1937-45: GOLPES DO ESTADO NOVO , por Eduardo Escorel.

    Apresentação da série de documentários inédita, intitulada 1937-45 Golpes do Estado Novo, atualmente em fase de edição. O diretor comentará trechos, indicando diferentes questões suscitadas na realização de documentários feitos com imagens de arquivo. Eduardo Escorel debaterá com o público e alguns integrantes da equipe do documentário as diversas etapas de realização e produção – pesquisa, roteirização, edição.

    19h: Debate com o diretor Eduardo Escorel e a Equipe de Produção

     

  • 16/março/2009
    SANTIAGO , dirigido por João Moreira Salles e montado por Eduardo Escorel e Lívia Serpa.

    Documentário ensaístico, pessoal e reflexivo, dirigido por João Moreira Salles e montado por Eduardo Escorel e Lívia Serpa, que abriu o festival “É tudo verdade” (2007), recebeu prêmio de melhor filme em diversos festivais internacionais: Cinema du Réel, Paris (2007), Festival Internacional de Cinema de Miami (2008), etc. Além dos prêmios de melhor documentário e melhor montagem da Academia Brasileira de Cinema. Está sendo lançado atualmente em DVD no mercado brasileiro. A partir das experiências de dirigir e montar Santiago, debate sobre sua especificidade - a relação diretor/personagem, a memória, o material bruto, os desafios da montagem. Como ponto de partida o confronto de duas afirmativas: “Montar é decifrar o filme que o diretor já deixou latente no material bruto” (Eduardo Escorel) e “O documentarista deve ser fiel ao personagem, não necessariamente à pessoa” (João Moreira Salles)

    17h30: Projeção do Documentário “Santiago”
    19h: Debate entre João Moreira Salles e Eduardo Escorel

Sessões
2008

  • 10/dezembro/2008
    Sessão especial

    Como Assim? - de Carmem Luz
    Crianças que Falam com Deus - de Ana Luiza Uranga
    Ernani Pavaneli - de Pablo de Moura
    Meu Avô - de Anna Letícia Lacerda, Sonia Dias e Cristina Igreja
    Pedra do Sal - de Juliana Chagas e Renata Schiavini

    O Cineclube FGV faz sessão especial com cinco trabalhos de conclusão de alunos das primeiras turmas da Pós-Graduação em Cinema Documentário.

    Debate com Carlos Mattos e os diretores dos filmes.

     

  • 6/novembro/2008
    Dia de descanso – de Peter Fry (1969, 25 minutos)

    O documentário Dia de Descanso (Day of Rest), realizado por Peter Fry em 1969, será exibido pela primeira vez no Brasil, com legendas em português.

    Debate com Peter Fry

     

  • 18/junho/2008
    Jesus no Mundo Maravilha – de Newton Cannito (2007, 54 minutos)

    O Cineclube FGV, em parceria com a Oficina de Formatação de Projetos do DOCTV IV/RJ, exibe o documentário Jesus no Mundo Maravilha. Jesus, Lúcio e Pereira são ex-policiais militares, exonerados da corporação, e trabalham em um parque de diversões do Mundo Maravilha. Juntos expressam seus valores e sonhos. Dentro do Mundo Maravilha, os personagens vão encontrar advogados para defender suas causas, debater sobre os direitos humanos, passear com as filhas no parque e jogar paintball com a equipe do filme.

    Debate com Newton Cannito e Leandro Saraiva

     

  • 30/janeiro/2008
    Futebol – O início – de João Moreira Salles e Arthur Fontes (1998, 86 minutos)

    O Cineclube FGV exibirá O início, primeiro episódio da série Futebol. O filme, de João Moreira Salles e Arthur Fontes, relata as expectativas dos adolescentes que passam pela peneira dos grandes clubes do Brasil.

    Debate com Arthur Fontes

Sessões
2007

  • 05/dezembro/2007
    LOCAL: Prédio da FGV no Centro - R. da Candelária, 6, Centro, RJ.  
    CHICO ANTONIO: O HERÓI COM CARÁTER (Eduardo Escorel. 1983) 
    40 minutos. Eduardo Escorel, montador e documentarista, parte para o interior do Rio Grande do Norte, em 1983. Refaz o percurso feito, cerca de 60 anos antes, por Mario de Andrade. Escorel busca Chico Antonio, um personagem real descrito pelo escritor modernista em suas anotações de viagem. Um homem que, na década de 1920, encantou Mario com suas cantigas de coco e o presenteou com seu ganzá. O encontro entre Escorel e Chico Antonio faz este, aos 80, reviver sua juventude.
     

    Após a projeção houve debate com o diretor Eduardo Escorel.

     

  • 21/novembro/2007
    LOCAL: Prédio da FGV no Centro - R. da Candelária, 6, Centro, RJ.
    SANTIAGO (João Moreira Salles, 2006) 
    80 minutos. Santiago tem uma peculiaridade - 14 anos separam a filmagem da edição. Fala não só de Santiago Badariotti Merlo, o mordomo da família Moreira Salles, mas, por ser um filme na primeira pessoa, expõe o diretor desde o primeiro minuto. Salles revela suas memórias de infância, nos deixa ouvir sua voz comandando o ex-mordomo, reexamina a distância o conteúdo de certos planos, comenta os métodos utilizados. Personagem, processo, autor - tudo está condensado nesse documentário.

    Após a projeção houve debate com o diretor João Moreira Salles.

     

  •  31/outubro/2007

    LOCAL: Prédio da FGV no Centro - R. da Candelária, 6, Centro, RJ.
    O ENGENHO DE ZÉ LINS (Vladimir Carvalho. 2006) 80 minutos.
    O documentário se sobressai pela força dos relatos e depoimentos de Carlos Heitor Cony, Ariano Suassuna, Rachel de Queiroz, Walter Lima, Thiago de Mello, entre outros, sobre José Lins do Rego. Grande escritor nascido na Paraíba, Zé Lins é autor de obras fundamentais como Menino de Engenho (filmado por Walter Lima Jr.), Fogo Morto, Pedra Bonita e Cangaceiros. O diálogo entre as entrevistas, ricas imagens de arquivo, o único registro sonoro do escritor (uma entrevista em Lisboa em 1956) dão alma e voz ao personagem - o menino, a grande figura humana - solidária e afetiva, forte e polêmica, o escritor - sua inspiração e obra, o dirigente esportivo e sua paixão pelo Flamengo. O filme, ainda não lançado em circuito comercial no Rio de Janeiro, recebeu o Prêmio Especial do Júri e Prêmio do Distrito Federal no Festival de Brasília em 2006 e participou na categoria hors concours nos festivais É tudo verdade 2007 e CINEPORT - Festival de Cinema de Países de Língua Portuguesa 2007.

    A projeção foi seguida de debate com o diretor VLADIMIR CARVALHO

     

  • 17/outubro/2007
    LOCAL: Prédio da FGV no Centro - R. da Candelária, 6, Centro, RJ.
    MORRO DA CONCEIÇÃO(Cristiana Grumbach. 2005)

    85 minutos. O documentário é um mergulho no tempo, na memória, na vida de oito personagens e de um Rio de Janeiro que, em sua arquitetura, traz hoje apenas lampejos da outrora harmonia de forma e de convívio entre seus habitantes. Um desses lampejos é o Morro da Conceição, colina escondida pelos arranha-céus da Praça Mauá, zona portuária da cidade. Lugar pouco conhecido pelos cariocas, onde vizinhos ainda se encontram à soleira das portas para jogar conversa fora e, às 18 horas, a Ave Maria toca pelo alto-falante da Igreja. Os personagens - dona Iria, seu João, dona Alzira, dona Maria Amélia, seu Feijão, dona Duda, dona Mida e seu Chapéu, filhos de portugueses, são os moradores mais antigos do Morro. Cada porta, janela, telhado, ladeira, travessa que dá forma a este pequeno bairro guarda parte da vida deles. São relatos que permeiam a intimidade daqueles lares centenários e a vida pública do Rio de Janeiro do século XX.

    Alguns comentários: (http://www.crisisprodutivas.com/morrodaconceicao/press/release.html)

     

  • 03/outubro/2007
    LOCAL: Prédio da FGV no Centro - R. da Candelária, 6, Centro, RJ.
    CAPARAÓ (Flávio Frederico. 2006)

    77 minutos. O documentário Caparaó foi o vencedor do Festival É Tudo Verdade na categoria de melhor longa/média em 2006. O filme reconstitui a tentativa de cerca de 20 militares, expulsos das Forças Armadas, de instalar um foco de resistência ao regime militar na serra de Caparaó (divisa de Minas Gerais e Espírito Santo), em 1966. O movimento, derrotado em abril de 1967, foi a primeira tentativa de luta armada contra o golpe militar de 1964. Depoimentos dos participantes ainda vivos, a volta a Caparaó 40 anos depois do fato histórico e rico material de arquivo, incluindo imagens inéditas da extinta TV Tupi, revelam detalhes da captura dos guerrilheiros que mobilizaram uma das maiores operações militares do país até então, envolvendo cerca de 3 mil homens das Polícias Militares de Minas Gerais e Espírito Santo, do Exército e da Aeronáutica.

     

  • 12/setembro/2007
    LOCAL: Prédio da FGV no Centro - R. da Candelária, 6, Centro, RJ.
    ONDE A CORUJA DORME (Simplício Neto e Márcia Derraik. 2001)

    15 minutos. Bezerra da Silva vai onde a coruja dorme. Dos morros cariocas e da baixada fluminense, Bezerra garimpa canções feitas por trabalhadores e compositores anônimos.

     

  • 12/setembro/2007
    LOCAL: Prédio da FGV no Centro - R. da Candelária, 6, Centro, RJ.
    SAMBA(Thereza Jessouroun. 2001)

    54 minutos. O documentário Samba recebeu o Prêmio TV Cultura do Festival É Tudo Verdade de 2001 e foi selecionado pelo canal franco-alemão Arte para exibição nas televisões de diversos países europeus, em julho de 2002. Mostra o samba desglamorizado, antes de virar megaespetáculo de TV, diferente do que é apresentado aos turistas. O samba como identidade cultural que interfere na vida das pessoas e passa de geração para geração, educando, unindo e separando as pessoas.

     

  • 29/agosto/2007
    LOCAL: Prédio da FGV no Centro - R. da Candelária, 6, Centro, RJ.
    ROCHA QUE VOA (Erik Rocha)

    94 minutos. Erik, filho de Glauber Rocha, tinha 3 anos quando seu pai morreu. Rocha que voa é um documentário sobre a passagem de Glauber por Cuba, entre 1971 e 1972. Baseado em entrevistas gravadas naquele momento, o filme não fala apenas de Glauber, mas de uma época. Erik Rocha apresenta uma estética distante da convencional - explora cores e grafismos, imagens aparentemente desconexas e tensões de pensamento.

     

  • 15/agosto/2007
    LOCAL: Prédio da FGV no Centro - R. da Candelária, 6, Centro, RJ.
    UM PASSAPORTE HÚNGARO (Sandra Kogut)

    71 minutos. Um Passaporte Húngaro, de Sandra Kogut, retrata o processo de busca para obter a nacionalidade húngara, de seus avós. A partir desse dispositivo, a diretora propõe questões que vão além das dificuldades burocráticas envolvidas, tocando também em temas como o significado da nacionalidade no mundo contemporâneo, a imigração e a memória. O documentário aborda as relações entre o passado e o presente que se configuram no âmbito pessoal e mundial.

     

  • 01/agosto/2007
    LOCAL: Prédio da FGV no Centro - R. da Candelária, 6, Centro, RJ.
    VISITA ÍNTIMA (Joana Nin) e MISSIONÁRIOS (Cleisson Vidal e Andréa Prates)

     

  • 29/junho/2007
    LOCAL: Prédio da FGV no Centro - R. da Candelária, 6, Centro, RJ. (Perto do CCBB)
    Rio de Jano Eduardo Souza Lima, Anna Azevedo e Renata Baldi - 2003

    75 minutos. Ao longo de 50 dias de filmagem, o desenhista e caricaturista francês Jano (pronuncia-se Janô) percorre o Rio de Janeiro e registra em seu caderno de viagem, os locais e personagens que conhece e que, segundo sua visão, são característicos e únicos de nossa cidade. Em abril deste ano, o filme esteve em cartaz no Centro Georges Pompidou, Paris, integrando a exposição dedicada a autores de quadrinhos criados a partir de viagens.

    Após a sessão houve debate sobre o filme com os três diretores e com Bianca Freire-Medeiros, pesquisadora do CPDOC.

     

  • 01/junho/2007
    Elevado 3.5 João Sodré, Maíra Bühler, Paulo Pastorelo (diretores) - 2006 Brasil - SP / 75 minutos.

    "Elevado 3.5" foi o grande vencedor da categoria longa metragem nacional do 12º Festival Internacional de Documentário É tudo Verdade este ano. O filme retrata a vida de pessoas que moram ao longo dos 3.5 km do Minhocão, como é conhecido o Elevado Costa e Silva, via construída durante a ditadura militar, que corta a região central de São Paulo. Este filme dos arquitetos João Sodré e Paulo Pastorelo e da antropóloga Maíra Bühler teve origem no DOCTV SP II. (Após o filme houve debate com Maíra Bühler, diretora do filme.)

     

  • 18/maio/2007
    O fim e o princípioEduardo Coutinho - 2005

    Uma equipe de filmagens equipada parte rumo ao interior da Paraíba com apenas um objetivo definido: capturar histórias interessantes. Praticamente comprometida com o acaso, a equipe chega ao Sítio Araçás, onde, por intermédio de uma jovem local, levantam e capturam depoimentos dos moradores. O filme tece, a partir das histórias que documenta, a vida no sítio: a interação entre os habitantes, sua fé, sua organização e seus valores. “O Fim e o Princípio” foi exibido como hors concours na mostra Première Brasil, no Festival do Rio 2005. (Após o filme houve debate com Eduardo Coutinho e Consuelo Lins.)

 

 

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  • 10/outubro/2007
    Serras da DesordemAndrea Tonacci (diretor) - 2005 / 135 minutos.
    Carapirú é um índio nômade que escapa de um ataque surpresa de fazendeiros e que durante 10 anos perambula sozinho pelas serras do Brasil central até ser capturado em Novembro de 1988 a 2000 Km de distância do seu ponto de fuga/partida. Levado para Brasília pelo sertanista Sydney Possuelo, em uma semana torna-se manchete nacional, e centro da polêmica criada por antropólogos e lingüistas quanto à sua origem e identidade. Na tentativa de identificação de sua origem reencontra um filho com quem retorna ao Maranhão, mas o que lá encontra não está mais de acordo com a vivência de sua liberdade nômade. Os personagens principais deste filme foram interpretados pelas mesmas pessoas que viveram os fatos narrados.

     

  • 27/setembro/2007
    Cartola Lírio Ferreira e Hilton Lacerda (diretores) - 2007 / 85 minutos.
    A história de um dos compositores mais importantes da música brasileira. A história do samba a partir de um dos seus expoentes mais nobres. Utilizando linguagem fragmentada, Cartola traça um painel da formação cultural do Brasil, convidando a uma reflexão na construção da memória deste país. O retrato de um homem que se reconstruía com seu tempo.

     

  • 02/agosto/2007
    Elevado 3.5(Eduardo Escorel. 1983) 
    Elevado 3.5" foi o grande vencedor da categoria longa metragem nacional do 12º Festival Internacional de Documentário É tudo Verdade este ano. O filme retrata a vida de pessoas que moram ao longo dos 3.5 km do Minhocão, como é conhecido o Elevado Costa e Silva, via construída durante a ditadura militar, que corta a região central de São Paulo. Este filme, dos arquitetos João Sodré e Paulo Pastorelo e da antropóloga Maíra Bühler, teve origem no DOCTV SP II. (Após a exibição do filme tivemos um debate com Maíra Bühler, diretora do filme.)

     

  • 25/maio/2007
    Retrato de Classe Gregório Bacic (1977, 42 min.)
    Divertida crônica-painel da classe média paulistana nos anos 70, a partir de uma premissa simples, mas eficaz: uma reunião de turma do primário, 20 anos depois. Retrato de Classe parte de uma foto da classe ginasial de uma escola particular, num bairro de classe média de São Paulo. Busca e reúne ex-colegas e uma professora, para, ao recriar as trajetórias do grupo, desenhar o perfil da burguesia metropolitana do País. Um país em crise e uma classe média que estava vivendo a derrocada do milagre econômico. Frustrações, desejos, preconceito e futilidade fazem parte deste universo de pessoas e de suas trajetórias de vida.

     

  • 11/maio/2007
    Do luto à lutaEvaldo Mocarzel (2005, 75 min.)
    Uma análise das deficiências e potencialidades da Síndrome de Down, problema genético que atinge cerca de 8 mil bebês a cada ano no Brasil. A Síndrome de Down é sem dúvida um problema, mas as soluções são bem mais simples do que se imagina, principalmente quando são deixados de lado os preconceitos e estigmas sociais.

     

  • 27/abril/2007
    Hércules 56 Silvio Da-Rin (2006, 94 min.)
    Em 7 de setembro de 1969, o avião Hércules 56, da FAB, levou ao México quinze presos políticos trocados pelo embaixador dos EUA. No filme, os nove remanescentes do grupo e cinco membros das organizações responsáveis pelo seqüestro rememoram a ação e discutem a luta armada contra a ditadura militar.

     

  • 13/abril/2007
    Do Outro Lado do Rio Lucas Bambozzi (2004, 91 min.)
    O filme é uma viagem aos limites do Brasil, uma investigação sobre a zona indefinida entre as cidades de Oiapoque (Brasil) e Saint Georges de L´Oyapock (Guiana Francesa), onde as identidades se confundem e apenas um rio separa o homem de seus sonhos. Oiapoque é uma zona de intersecção entre o Brasil e a Guiana Francesa, a porta de entrada para uma nova vida em território francês. O foco do documentário são as pessoas e suas histórias. Repleto de personagens com um notável espírito de aventura e legítimos representantes de um tipo de Ulisses contemporâneo, sempre planejando sua Odisséia para além das fronteiras.

     

  • 16/março/2007
    Vlado - 30 anos depois João Batista de Andrade (2005, 90 min.)
    Morto há trinta anos pela ditadura militar, o jornalista Vladimir Herzog é tema deste documentário dirigido por João Batista de Andrade. O longa é um apanhado da vida, da carreira e da morte de Vlado, que conta com depoimentos de amigos e familiares. Entre os entrevistados estão Clarice Herzog, Paulo Markun, José Mindlin, Fernando Morais, Alberto Dines e Diléa Frate. A partir desses depoimentos, busca resgatar a história, a amplitude das perseguições dos anos de chumbo, por meio da trajetória de Herzog, desde a sua infância até sua posse como Diretor de Jornalismo da TV Cultura de São Paulo e a perseguição a ele iniciada naquele momento. Como o próprio diretor deixa claro na introdução de Vlado - 30 Anos Depois, este é um filme extremamente pessoal sobre a trajetória e morte do jornalista, de quem o diretor foi muito amigo e colega de trabalho.

     

 

   

 

 

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