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Memória das Ciências Sociais em Portugal
<<  JOÃO DE PINA CABRAL

João de Pina Cabral nasceu no Porto, em Portugal, no ano de 1954 e passou sua juventude em Moçambique, onde seu pai era missionário. Em 1977 graduou-se em Antropologia Social em Joanesburgo, na Universidade Witwatersrand, na África do Sul. Obteve seu doutorado em Oxford, Inglaterra, em 1982 e realizou sua Habilitação na Universidade de Lisboa, em 2001. Foi um dos fundadores do Departamento de Antropologia do Instituto Superior de Ciências do Trabalho e da Empresa (ISCTE) e foi presidente-fundador da Associação Portuguesa de Antropologia. Além de membro fundador, foi secretário (1995-1997) e presidente (2003-2005) da Associação Europeia de Antropólogos Sociais. Atualmente é pesquisador permanente do Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa (ICS) e membro da Academia de Ciências de Lisboa.

Para demais informações sobre o autor, sua apresentação no sítio do Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa.

 

 

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Topo da Página SUMÁRIO - ENTREVISTA 10.06.2010

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1º Bloco
Revolução dos Cravos; o acompanhamento da revolução à distância, na África do Sul; a decisão de não voltar para Portugal na época, para terminar o curso de antropologia; os motivos da sua ida para a África do Sul.
 
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2º Bloco
O interesse pelas ciências sociais; a influência da vocação teológica do pai na opção pelas ciências sociais e os momentos marcantes para essa escolha.
 
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3º Bloco
As experiências na África do Sul; a experiência de viver o apartheid na África do Sul; o papel das igrejas protestantes como mediadoras com os movimentos de libertação e o engajamento do pai nesse processo; a expulsão dessas igrejas e, com isso, a de seu pai de Moçambique e como isso o levou à ir estudar na Europa.
 
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4º Bloco
A decisão pela antropologia; como o curso de psicologia o levou a fazer ciências sociais; as primeiras aulas de antropologia, com Hammond-Tooke; a experiência marcante proporcionada pelo trabalho sobre terminologia do parentesco, no curso de antropologia.
 
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5º Bloco
Os primeiros contatos com os estudos etnográficos; referenciais teóricos no curso de ciências sociais; a saída da África e a decisão de ir estudar na Europa.
 
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6º Bloco
Os estudos sobre Portugal rural; a necessidade de refletir sobre o Portugal do século XX e a identidade portuguesa, através desses estudos; a influência da telenovelas brasileiras em Portugal e a utopia tropical.
 
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7º Bloco
A institucionalização da antropologia em Portugal; doutorado em Oxford e a decisão de estudar Portugal.
 
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8º Bloco
A necessidade de internacionalização das ciências sociais; a participação na criação do curso de bacharelado em ciências sociais em Portugal e a comparação com a formação do cientista social hoje.
 
 
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9º Bloco
Influências da antropologia brasileira em Portugal; o descobrimento tardio das ciências sociais do Brasil por parte dos portugueses; os convite para dar aulas em Moçambique; a opção por fazer investigação no Brasil e não em Moçambique.
 
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10º Bloco
Países de língua portuguesa: experiência etnográfica no Brasil e em Macau; a questão da lusotopia.
 
 
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11º Bloco
Obras de ficção na antropologia;a diferença de escrever ficção e escrever academicamente; o primeiro livro de ficção escrito por ele; a relação entre a ficção e o tempo presente; a ficção como uma outra forma de falar da teoria antropológica; o seu livro Erros Velhos.
 
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12º Bloco
O segregacionismo racial na África; questões sobre a colonização portuguesa; experiências vividas na África na época do apartheid; a questão da criminalidade na África do Sul.
 
 
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13º Bloco
Congresso Luso-Afro; o primeiro congresso. A organizção do segundo congresso, realizado no ISCTE (Instituto Superior de Ciências do Trabalho e da Empresa); contato com pessoas do Museu Nacional.
 
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14º Bloco
Referenciais teóricos; o livro Tristes tropiques de Lévi-Strauss e a necessidade da etnografia; uma etnografia da ação.
 
 
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15º Bloco
O cientista social na atualidade; a antropologia como uma reflexão sobre o mundo; os desafios e os impactos das ciências sociais.
 
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16º Bloco
Antropologia: elemento de transformação; as ciências sociais como um elemento marcante, de transformação pessoal; paternalismo na tradição antropológica; transformações nas ciências sociais.
 
 
 
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Transcrições de entrevistas estão sempre sujeitas a erros. Elas são aqui disponibilizadas apenas com o intuito de facilitar a pesquisa, não devendo substituir a consulta ao documento audiovisual. Caso você perceba algum erro, por favor avise-nos através do Fale Conosco ou da ferramenta Colabore, disponível no sistema de acervo do CPDOC (é preciso estar registrado para utilizar esta ferramenta).

 

Memória das Ciências Sociais no Brasil

Memória das Ciências Sociais em Portugal

Memória das Ciências Sociais em Moçambique


 

<p>João de Pina Cabral</p>

<p>João de Pina Cabral</p>

   

 

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