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Memória das Ciências Sociais em Portugal
<<  AUGUSTO SANTOS SILVA

Augusto Santos Silva nasceu na cidade do Porto em 1956. Obteve o título de Licenciado em História pela Universidade do Porto em 1978 e o título de Doutor em Sociologia pelo Instituto Universitário de Lisboa em 1992. Aderiu ao Partido Socialista em 1990. Foi Secretário de Estado da Administração Educativa, entre os anos de 1999 e 2000, além de Ministro da Educação entre 2000 e 2001 e da Cultura entre 2001 e 2002, durante os governos do Primeiro-Ministro António Guterres. Desde 1981 é Professor Catedrático da Faculdade de Economia da Universidade do Porto.

 

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MINUTAGEM
  • 00:00:24 - Origens;
  • 00:00:58 - A formação acadêmica inicial e o curso de graduação em História;
  • 00:01:46 - A intenção de melhor contribuir para as questões sociais;
  • 00:02:17 - A sociologia como um ponto distante em Portugal;
  • 00:02:27 - A formação familiar;
  • 00:03:34 - Os estudos primários e secundários;
  • 00:04:12 - A divisão política na família;
  • 00:05:10 - As opções políticas e ambiente acadêmico;
  • 00:05:25 - A distância no secundário do Partido Comunista Português;
  • 00:06:30 - O conservadorismo do pai e a ligação do irmão mais velho com o Partido Comunista;
  • 00:07:34 - A descrença na revolução democrática vinda da parte dos militares;
  • 00:09:17 - O recrutamento militar obrigatório;
  • 00:11:02 - A Revolução de 1974;
  • 00:12:14 - As ações dentro da Faculdade de Letras;
  • 00:14:29 - A lembrança dos professores;
  • 00:15:22 - A falta de densidade e qualidade no curso de Historia;
  • 00:20:08 - A normalização da democracia portuguesa em 1976;
  • 00:21:12 - As divergências quanto à gestão imposta;
  • 00:22:51 - A atividade profissional como professor antes do fim da faculdade;
  • 00:25:40 - A grande inclinação para a mídia;
  • 00:27:43 - O campo cultural como mais influente para a explicar a aversão a ditadura;
  • 00:29:33 - A aproximação com a mídia pela preferência de argumentação e escrita;
  • 00:31:37 - As mudanças do ponto de vista cotidiano depois de 25 de abril de 1974;
  • 00:35:11 - A leitura constante e a transição do trotskismo à social democracia;
  • 00:37:57 - A entrada como professor em Introdução às Ciências Sociais;
  • 00:38:33 - A alternativa à sociologia ao lecionar na Faculdade de Economia;
  • 00:40:12 - O caminho do interesse nas Ciências Sociais e o distanciamento da História Social;
  • 00:46:51 - A substituição do mestrado por provas de aptidão científica e pedagógica;
  • 00:48:37 - Cursos no decorrer da década de 1980 e o afastamento da Historia e aproximação da sociologia;
  • 00:50:29 - A influência de Pierre Bourdieu;
  • 00:53:25 - A influência de autores brasileiros na constituição do campo sociológico português;
  • 00:57:13 - A tradição das Ciências Sociais portuguesas;
  • 00:58:20 - A grande aproximação da economia às ciências sociais;
  • 00:59:10 - O Manual de metodologia das ciências sociais;
  • 01:00:34 - O interesse acadêmico pelos temas referentes à sociologia da cultura;
  • 01:02:47 - A sociologia da cultura como uma explicação sociológica de processos sociais a partir de padrões comportamentais;
  • 01:03:52 - A utilização de teoria política na atuação politica;
  • 01:08:03 - As Ciências Sociais e a política;
  • 01:11:31 - A gerência acadêmica;
  • 01:13:38 - As contribuições na imprensa;
  • 01:15:50 - As incoerências da intelectualidade proposta por Bourdieu;
  • 01:17:30 - A desconfiança em relação aos autores clássicos;
  • 01:18:29 - O entendimento do dever do intelectual em interferir na imprensa;
  • 01:22:05 - As atividades políticas;
  • 01:22:46 - A licença da Faculdade de Economia durante o período de responsabilidades governamentais;
  • 01:23:26 - O Ministério da Educação e Ministério da Cultura;
  • 01:29:14 - A seguinte passagem pelo Ministério da Defesa;
  • 01:32:42 - A produção e posição intelectual no governo;
  • 01:35:45 - Os pontos positivos e a boa interação da sociologia com a ação política;
  • 01:37:00 - Os confrontos ideológicos de acordo com as necessidades de atuação política;
  • 01:38:11 - A conjuntura internacional como liquidadora do governo do Partido Socialista;
  • 01:39:01 - A saída do governo ainda ligado ao Partido Socialista;
  • 01:40:15 - O retorno a vida docente;
  • 01:41:25 - As leituras para retomar a atividade intelectual;
  • 01:43:06 - O doutoramento obtido no ISCTE – Instituto Universitário de Lisboa;
  • 01:43:20 - A ligação com os colegas de profissão e mestres provenientes do mesmo instituto;
  • 01:43:55 - O interesse pelos estudos da industrialização em meio rural da cidade do Porto do ponto de vista cultural e simbólico;
  • 01:47:55 - A sociologia da cultura como ferramenta para a análise de comportamentos sociais;
  • 01:48:45 - Influências bibliográficas e opiniões políticas;
  • 01:48:54 - Os Manuscritos Econômico-Filosóficos de Karl Marx;
  • 01:50:28 - A sociologia da religião de Max Weber;
  • 01:52:30 - O momento de Portugal pós-crise econômica de 2008;
  • 01:53:49 - O entendimento de uma reação excessiva ao governo português;
  • 01:56:29 - A diferenciação da opinião política a opinião intelectual;
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Aviso importante:
Transcrições de entrevistas estão sempre sujeitas a erros. Elas são aqui disponibilizadas apenas com o intuito de facilitar a pesquisa, não devendo substituir a consulta ao documento audiovisual. Caso você perceba algum erro, por favor avise-nos através do Fale Conosco ou da ferramenta Colabore, disponível no sistema de acervo do CPDOC (é preciso estar registrado para utilizar esta ferramenta).

 

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