Sérgio Buarque de Holanda nasceu em São Paulo em 1902. Jornalista, sociólogo e historiador, formou-se em direito no Rio de Janeiro. Desde cedo publicou na imprensa estudos sociológicos, ensaios e críticas literárias. Participante do movimento modernista de 1922, fundou a revista Estética junto com Prudente de Morais Neto, em 1924. Ao longo da década de 20, ao lado de Prudente, tornaram-se amigos de Gilberto Freyre e, movidos pelo interesse comum pela música popular brasileira, travaram conhecimento com os compositores Patrício Teixeira, Donga e Pixinguinha.
Quando ocorreu a Revolução de 1930, Sérgio Buarque encontrava-se em Berlim como enviado especial dos Diários Associados à Alemanha, Polônia e Rússia. Foi durante sua estada na Alemanha que começou a interessar-se por história e ciências sociais. Ao regressar no ano seguinte, já trazia anotações sobre história do Brasil, que utilizou em sua obra Raízes do Brasil, publicada em 1936. Nesse mesmo ano, tornou-se professor de história do Brasil na Universidade do Distrito Federal. Entre 1937 e 1944, foi chefe da sessão de publicações do Instituto Nacional do Livro e diretor de divisão da Biblioteca Nacional até 1946. Também foi presidente da Associação Brasileira de Escritores.
Dentre as suas obras merecem ainda destaque Cobra de Vidro (1934) , Monções (1945) e Visão do Paraíso (1958).
Faleceu em São Paulo, em 1982.
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