Guerra Civil Espanhola
Considerada uma batalha ideológica entre adeptos do fascismo e do socialismo de todo o mundo, a guerra civil espanhola teve início em 1936 com a revolta de líderes do Exército contra as crescentes tendências socialistas e anticlericais do governo da Frente Popular Republicana do presidente Manuel Azaña.
Os insurgentes - monarquistas, católicos e membros da Falange Fascista - foram apoiados pela Alemanha e a Itália, que reconheceram o governo instalado por Francisco Franco em outubro de 1936, quando a guerra civil estava ainda em andamento. Os republicanos, que lutavam pela permanência do governo de Azaña, legalmente constituído, receberam apoio da União Soviética e de cerca de 60 mil comunistas e simpatizantes de esquerda de todo o mundo, que formaram as Brigadas Internacionais de voluntários. Embora apoiassem os republicanos, Inglaterra e França optaram por uma política de não-intervenção.
Em três anos de acirradas lutas, período em que Moscou terminou por retirar seu apoio às forças governistas, estima-se em cerca de um milhão o número de perdas humanas. Finalmente, em março de 1939, foi instaurado o regime autoritário do Generalíssimo Franco, que permaneceu no poder até falecer, em 1975.
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