Seleção de até seis pesquisadores recém-doutores para estágio de pós-doutorado no CPDOC. Edital disponível.

A área de concentração em História e Política confunde-se com a própria atuação profissional do corpo docente do PPHPBC, formado pelos pesquisadores do CPDOC-FGV. Em particular, os estudos na área de História Política do Brasil Republicano estão na raiz da identidade institucional e profissional desse corpo docente, na medida em que foi ele mesmo que, ao longo dos últimos quase 40 anos, construiu o CPDOC e lhe deu visibilidade e reconhecimento acadêmicos.
Esse grupo de pesquisadores voltou-se desde logo para a produção de conhecimento na área da história política, antes mesmo que ganhasse força no campo da historiografia o movimento de revalorização do político. Elegeu de saída, como campo privilegiado de estudo, o Brasil contemporâneo, associando-se a uma vertente de trabalho historiográfico que apenas começava a ganhar espaço, a da história do tempo presente. Tomou como objeto de análise as ações, as práticas, as percepções de grupos e de instituições, mas também de indivíduos, conferindo legitimidade acadêmica aos estudos de biografias e de trajetórias pessoais, em um contexto em que estes, diante do predomínio das análises de caráter estrutural, não eram ainda largamente aceitos como atribuição dos historiadores.
Todas essas foram marcas fundamentais a partir das quais a produção intelectual do CPDOC alcançou visibilidade na historiografia brasileira. Mas o que também lhe conferiu reconhecimento, permitindo que fosse percebida em outros campos disciplinares das ciências humanas, foi o seu caráter interdisciplinar. Portanto, não foi somente o fato de se ter voltado para o estudo da História Política do Brasil Republicano, ou de ter levado em conta o papel dos indivíduos e a noção de agência nos processos históricos que conferiu reconhecimento e visibilidade à produção do CPDOC. Foi igualmente o fato de ela se ter voltado para esse estudo em um intenso e profícuo diálogo com a ciência política, a sociologia, a antropologia, a geografia, a literatura, a filosofia – a filosofia política em particular – e a economia. Um diálogo, acentue-se, que também se efetivou dentro do próprio campo historiográfico, com a história social, a história econômica, a história cultural e a história das idéias.
Além de se ter afirmado como uma referência na produção de conhecimento sobre a História Política do Brasil Republicano, o CPDOC, por isso mesmo, tornou-se também um importante produtor e disponibilizador de fontes para a produção de conhecimento nessa área. Isso vem sendo feito tanto pela organização, conservação e disponibilização dos arquivos que estão sob sua responsabilidade, com seu riquíssimo conjunto de documentos textuais e visuais, quanto pelo numeroso acervo de entrevistas de história oral que, resultando das pesquisas realizadas, são igualmente abertas à consulta. Mencione-se ainda a contribuição dada pelo CPDOC na produção de obras de referência como o Dicionário histórico-biográfico brasileiro, sem dúvida uma das mais importantes bases de dados biográficos sobre as elites políticas brasileiras do período pós-1930, permitindo múltiplas formas de exploração como, por exemplo, análises de caráter prosopográfico.
A área de concentração em História e Política se funda assim sobre uma experiência de pesquisa e de produção de conhecimento acumulada durante quase 40 anos, que tem sido capaz de se renovar constantemente, incorporando novos atores, novos problemas, novas fontes, construindo novos objetos e adotando métodos distintos de produção de dados pelo diálogo sistemático com diversos campos disciplinares e com os diferentes subcampos da própria disciplina histórica. O que se espera, com essa área de concentração, é poder contribuir para a formação de pesquisadores com competência para produzir estudos e análises finas em história política, com ênfase no Brasil Republicano, a partir de diferentes perspectivas, interagindo e dialogando com perspectivas e tradições disciplinares distintas, refletindo e discutindo criticamente teorias, métodos e fontes, e deles se apropriando de forma consistente e criativa.
Esta linha de pesquisa abrange, de um lado, estudos que, a partir de uma perspectiva histórica, buscam analisar as estruturas organizacionais e os padrões de gestão e operação de instituições e empresas brasileiras. Os estudos nesta linha produziram um conjunto de reflexões que contribuiu para uma melhor compreensão dos processos de construção institucional e de tomada de decisão na estrutura do poder público, esmiuçando as relações observáveis entre sua gestão e a implementação de políticas por parte do Estado brasileiro.
Ao mesmo tempo, esta linha de pesquisa procura contemplar, de maneira bastante ampla, tanto o papel de lideranças políticas e sociais quanto a questões relacionadas aos mecanismos de organização de atores coletivos, seu processo de constituição, formas de organização e ação coletiva, bem como as múltiplas e complexas interfaces com as instituições políticas mais amplas.
Esta linha de pesquisa está dividida em dois segmentos que se interconectam e dialogam. De um lado, estão as temáticas relacionadas ao estudo do mundo do Trabalho, e particularmente à história social do trabalho. Tendo como mote principal a análise das diversas experiências dos trabalhadores, urbanos e rurais, durante o Brasil republicano, esta linha procura abordar os diferentes aspectos do mundo do trabalho. Assim, para além da organização dos trabalhadores, formais e informais, e dos movimentos sociais, ela inclui temas como os processos produtivos, as migrações, as conexões do mundo do trabalho com o espaço urbano, a importância do cotidiano, as múltiplas dimensões culturais do universo dos trabalhadores, as disputas políticas, as relações entre capital e trabalho, e ainda a atuação dos trabalhadores no espaço público e sua interação com as diversas esferas do poder político, seja no nível do Executivo, do Legislativo ou do Judiciário. Além disso, os debates no interior desta linha têm dado particular atenção aos processos de formação de classe e sua articulação com diferentes dimensões identitárias, tais como as de gênero, etnia, religião, origem regional e nacional, entre outras. Por fim, esta linha tem incentivado cada vez mais abordagens comparativas e transnacionais que dialoguem com as recentes abordagens que procuram construir uma história global do trabalho.
O outro segmento vinculado a esta linha de pesquisa relaciona-se aos temas e aos debates definidos no campo da Cidadania e Políticas Públicas. Esta linha abrange desde questões teóricas e metodológicas envolvidas com o estudo da cidadania, em todas as suas dimensões, e das políticas públicas, até análises mais focadas em processos históricos específicos. Constituem também objeto de interesse temas relacionados, como por exemplo o das identidades, de maneira bastante ampla, do espaço público e dos movimentos sociais. Inscreve-se nesse domínio, entre outros, o estudo de instituições, de atores, de idéias, de práticas, que poderão ser tratados por uma abordagem quer política, quer cultural, quer social, quer econômica, quer historiográfica, adotando-se como recortes privilegiados o Brasil, em uma perspectiva geográfica, e o período Republicano, em uma delimitação cronológica. Cabe esclarecer que definir esses recortes como privilegiados não significa afirmar que são exclusivos. Estudos, por exemplo, sobre a história da idéia de cidadania não precisam, necessariamente, se restringir a eles.
É interessante lembrar que a linha Cidadania e Políticas Públicas confunde-se com a atividade de pesquisa que remonta aos primeiros anos de existência do CPDOC. Datam daquele momento estudos sobre temáticas como a das políticas sociais, com ênfase nas áreas do trabalho e da educação. Trata-se, portanto, de investigações prioritariamente voltadas para a dimensão social da cidadania, até porque focadas em um período da história do país, a era Vargas, em que os direitos políticos estiveram longamente suprimidos, e os direitos civis, limitados. A partir dos anos 1990, a cidadania passou a ser analisada em todas as suas dimensões, assim como os modos como os diferentes setores da população se apropriam dos direitos e, dessa forma, reforçam ou reformulam suas identidades, ou mesmo produzem novas identidades que, apresentando-se no espaço público, buscam o reconhecimento por meio da afirmação de novos direitos e da implementação de políticas públicas que as contemplem. Isso significa que as análises que foram sendo produzidas incidiram também sobre instituições e agências que se vinculam à garantia e ao exercício dos direitos, tanto públicas, como o Judiciário e o Ministério Público, quanto privadas, como as ONGs.
A linha de pesquisa Pensamento Social inclui professores e alunos interessados nas áreas de pensamento social brasileiro, sociologia da cultura e teoria social. Incentiva-se a diversidade temática e metodológica, pois se entende que essas áreas podem abrigar diferentes pesquisas, tais como: análises internas de textos e obras clássicas, estudos sociológicos de movimentos intelectuais e culturais, história social da cultura e das idéias e teoria literária. Mais recentemente, esta linha tem desenvolvido interesse na realização de estudos comparados que levem em conta outras formas de pensamento social no contexto do Sul Global, valorizando o diálogo com teorias pós-coloniais.
Esta linha de pesquisa compreende uma série de atividades de investigação e análise sobre as transformações da ordem internacional, das políticas externas dos Estados nacionais, bem como da atuação internacional de atores não-estatais. As atividades de pesquisa incluem não somente aquelas que se situam exclusivamente no contexto da área de Relações Internacionais, mas também estudos que lançam mão de arcabouços conceituais de outras áreas do conhecimento com o objetivo de entender fenômenos de história e política internacional. Essas áreas incluem – mas não estão limitadas a – história, direito, economia, antropologia e sociologia. Temas trabalhados nesta linha de pesquisa incluem: transformações globais e potências emergentes, processos de integração regional e política externa da União Européia, políticas externas comparadas, segurança internacional, história internacional e global e estudos de desenvolvimento internacional.
Os cursos de mestrado e de doutorado do PPHPBC têm na área de concentração Memória, Cultura e Sociedade um de seus principais pilares. A área incorpora a experiência do corpo docente que construiu o CPDOC às novas pesquisas que vêm sendo desenvolvidas na instituição. O que se busca com ela, em um programa de pós-graduação em história com a perspectiva interdisciplinar que sempre pautou a produção acadêmica do CPDOC, é formar pesquisadores capazes de refletir criticamente sobre memória, cultura e sociedade, com foco nas questões ligadas a bens culturais, estudos urbanos, representações e identidades.
O fato de o CPDOC se ter constituído como um centro ao mesmo tempo de pesquisa e de documentação fez com que seus pesquisadores não fossem apenas usuários de acervos, mas também produtores, organizadores e difusores. Ou seja, o uso dos acervos enquanto fontes de pesquisa, bases da produção de dados para a análise histórica, foi, na instituição, inseparável de sua organização, conservação e disponibilização. Com isso, as atividades de documentação se fizeram não só em íntima articulação, mas orientadas mesmo pela e para a pesquisa histórica.
Em vez de somente arquivistas, sem formação e orientação históricas mais sistemáticas, trabalhando com critérios de classificação externos, gerais, e de modo não controlado, o tratamento e a disponibilização dos acervos do CPDOC foram feitos predominantemente por pesquisadores em história, operando a partir de uma perspectiva interdisciplinar. Essa equipe foi, por isso mesmo, capaz de produzir uma metodologia própria para o trabalho com arquivos históricos, que foi incorporada por outras instituições arquivísticas. Com esse perfil e com essa competência, atuando nas duas pontas da produção de conhecimento historiográfico, a constituição, a organização e a disponibilização de acervos, por um lado, e a elaboração de análises dos dados de pesquisa, por outro, muito cedo se incorporou à reflexão dos pesquisadores do CPDOC a percepção de que, se as fontes não falam por si mesmas, devendo ser inquiridas pelo historiador, elas são também construções. Isso fica particularmente evidente no caso do método – largamente utilizado pelo CPDOC e base de um de seus importantes acervos – de história oral, no qual o próprio historiador produz suas fontes. Mas não são apenas as fontes que são construções. Os acervos o são também, o que nem sempre é levado devidamente em conta. Longe de serem dados, os acervos são resultado de inúmeras operações, como as de coleção, de seleção, de classificação e de apresentação, além de serem produzidos em diferentes suportes com linguagens específicas. Essas operações envolvem agentes diversos, de indivíduos a instituições, com trajetórias singulares, capitais particulares, redes de relações próprias, estratégias, disputas e visões de mundo específicas. Mesmo as ações tidas como puramente técnicas, objetivas, axiologicamente neutras, produzem efeitos não técnicos e pesam sobre a memória que se guarda e, mais especificamente, sobre a pesquisa histórica.
É preciso atentar para o fato de que, na produção e na disponibilização de um acervo, um dos importantes elementos em jogo é a afirmação de uma identidade, de uma imagem pública dos agentes envolvidos, sobretudo no caso dos acervos privados, dos seus titulares, familiares, herdeiros e, também, das instituições por eles responsáveis. Mesmo em outros tipos de acervos, dos arquivos e bibliotecas nacionais aos museus, passando pelos bens e pelas práticas que compõem o patrimônio material e imaterial, é também a questão da identidade que está em jogo – neste caso, a nacional. De uma maneira mais ampla, portanto, a produção de bens culturais e de lugares de memória é, a um só tempo, também produção de identidades, sejam elas individuais, de grupo, étnicas, religiosas, de gênero, sociais, profissionais, institucionais, locais, nacionais ou mesmo transnacionais. E se as identidades, ao invés de essências imanentes, são construções culturais, sociais, políticas e mesmo econômicas, afirmando-se e redefinindo-se ao longo da história, o mesmo se dá com os bens culturais e com os lugares de memória.

Esta linha de pesquisa se articula em torno de projetos que tomam como objeto as cidades e o urbano a partir de uma perspectiva interdisciplinar e reflexiva, que associe o desenvolvimento de pesquisas empíricas aos mais recentes debates teóricos e metodológicos travados nos campos da história e das ciências sociais. Ou seja, privilegia o estudo de dinâmicas e processos que não apenas ocorrem no espaço urbano, mas que moldam as experiências vividas pelos diferentes agentes que povoam, (re)produzem e dão sentido às cidades, os aspectos materiais e simbólicos, modos de vida e espacialidades nelas vigentes, ontem e hoje, também em suas interfaces com a arquitetura, o urbanismo, o turismo, e a comunicação.
Os temas e objetos contemplados pela linha de pesquisa incluem, de um lado, questões já consolidadas nos Estudos Urbanos – tais como as relações entre as estruturas físicas e as estruturas sociais das cidades, as desigualdades sócio-espaciais nas metrópoles, as relações entre industrialização e urbanização, as articulações entre territorialidades de bairro e a produção social do espaço urbano, os mundos do trabalho, as sociabilidades e processos de construção identitária de grupos sociais específicos, a história política das cidades, e assim por diante. De outro lado, ela também indaga sobre os efeitos de transformações sociais mais amplas, como a reestruturação produtiva, a consolidação do neoliberalismo e a globalização econômica, sobre esses objetos já consagrados pelos estudos urbanos. Finalmente, a linha de pesquisa acolhe uma série de desafios teóricos e metodológicos inéditos no estudo das cidades, por meio da incorporação de fenômenos recentes, tais como a proliferação de megaprojetos urbanísticos; a patrimonialização da cidade (em suas dimensões físicas ou manifestações imateriais); as contendas em torno de políticas de enobrecimento; a inscrição simbólica e material do perigo e da violência no espaço urbano; a desindustrialização e o surgimento de novas centralidades econômicas, políticas, sociais; a proliferação de dispositivos de vigilância públicos e privados no espaço urbano; ambientes construídos planejados de acordo com noções de sustentabilidade ecológica; e as mobilidades (legais e ilegais) de bens, pessoas, idéias e capitais pelos espaços urbanos.
Esta linha de pesquisa busca refletir criticamente sobre os processos de constituição e legitimação de artefatos aos quais se associa a categoria de bens culturais, muitas vezes aliada à noção de patrimônio. A construção de bens culturais resulta de inúmeras operações como as de coleção, de seleção, de classificação e de divulgação. Essas operações envolvem agentes diversos, indivíduos e instituições, com trajetórias singulares, capitais particulares, redes de relações próprias, estratégias, disputas e visões de mundo específicas. Mesmo as ações tidas como meramente técnicas e axiologicamente neutras produzem efeitos não técnicos e pesam sobre a memória que se preserva e sobre a pesquisa histórica, devendo ser incorporadas à análise.
A produção de bens culturais é, a um só tempo, também a produção de identidades sociais de natureza étnica, religiosa, de gênero, profissional, institucional, local, nacional ou mesmo transnacional. Nesse sentido, é preciso chamar a atenção para o fato de que os bens culturais são muitas vezes apreendidos como objetos de políticas patrimoniais cujo objetivo é valorizar e institucionalizar práticas e narrativas culturais associadas a grupos e coletividades, produzindo uma imagem pública dos agentes envolvidos.
Arquivos, bibliotecas, museus, centros de documentação e informação são também objeto de investigação dessa linha de pesquisa, destacando-se suas origens históricas, suas trajetórias e seus significados. São discutidos, igualmente, os desafios contemporâneos colocados pelas novas tecnologias digitais na produção, preservação, gestão e disseminação de bens culturais. Tais questões, longe de serem abordadas a partir de uma perspectiva técnica, o são de modo a trazer elementos de compreensão sobre os efeitos epistemológicos produzidos pelo emprego dessas tecnologias.
Esta linha de pesquisa é o espaço por excelência de discussão desse conjunto de questões, por meio do diálogo sistemático entre as diferentes referências disciplinares das ciências humanas, assim como entre as distintas abordagens no interior da disciplina da história.

Esta linha de pesquisa articula a produção acadêmica de pesquisadores que têm na análise e compreensão das identidades e das memórias seu objeto de estudo. Reúnem-se, a partir de uma experiência interdisciplinar, os itinerários investigativos que abordam os conceitos de patrimônio, cultura (material e imaterial), tradição, identidades e representações em diferentes suportes e linguagens, da literatura de ficção ao cinema e à televisão.
As relações entre memória e história e seus efeitos sobre a produção de identidades são igualmente um dos aspectos aqui privilegiados. Pressupõe-se que, ao invés de essências imanentes, as identidades, individuais, institucionais ou coletivas, são construídas e, assim também, constantemente redefinidas, ressignificadas. Elas são, portanto, abordadas como processos de construção, invenção e imposição que se dão em uma dimensão tanto prática quanto simbólica, que envolvem relações de tensão e de conflito entre percepções divergentes, que têm efeitos tanto internos quanto externos, redefinindo a todo o momento fronteiras sociais e, portanto, os incluídos e os excluídos, que têm à frente atores e instituições diversos e que assumem configurações e formas distintas no tempo e no espaço. O processo de produção de identidades assume formas e dimensões múltiplas, de geográficas a políticas, passando por culturais e históricas, entre outras.
Seleção de até seis pesquisadores recém-doutores para estágio de pós-doutorado no CPDOC. Edital disponível.
Programa de Pós-Graduação em História, Política e Bens Culturais do CPDOC. Período de matrícula para os alunos antigos: 16 a 26/01/2012.
Dias 28 de novembro a 2 de dezembro de 2011. Veja a programação completa. Seminário promovido pelo PPHPBC e outros programas.
Palestra com o prof. Enrique Florescano (Diretor Geral de Projetos Históricos do Conselho Nacional Mexicano para a Cultura e as Artes). Dia 9 de novembro, às 15h, sala 1013.
Horário e disciplinas para 2011.2 disponíveis.
Marchandage, fixation autoritaire et enchères dans l’Europe préindustrielle : la fixation des prix comme jeu social. Laurence Fontaine (CNRS – França). Dia 18 de maio, às 16h. Auditório 1333.