Coordenação: Adelina Novaes e Cruz e Thais Blank
Analista de Documentação e Informação: Ninna Lima
Técnico de Audiovisual: Gabriel Cardoso
Estagiários: Fabrício Almeida, Luanna Gentil e Renê Bastos
A criação do Núcleo de Audiovisual e Documentário, em 2006, nasceu de um projeto de Celso Castro que recebeu, naquele ano, o prêmio de Inovação no Ensino de Antropologia da ABA – Associação Brasileira de Antropologia. A coordenação inicial ficou a cargo de Adelina Novaes e Cruz e Arbel Griner – uma cientista social e uma antropóloga. Em 2009, Thaís Blank – cineasta - se integrou à coordenação. Em 2019, Arbel Griner, por motivos acadêmicos, precisou oficialmente se desligar do Núcleo, mas continuará colaborando sempre que necessário com os projetos desenvolvidos.
O Núcleo, desde sua origem, se constituiu em um ambiente de familiarização e experimentação no campo do audiovisual dialogando permanentemente com as Ciências Sociais, tanto em termos de reflexão intelectual quanto de produção fílmica.
A escolha de um tema, a pesquisa que antecede a filmagem, o registro audiovisual, a consulta ao material filmado, a decisão em relação à forma de narrar os resultados, e a seleção final das sequencias que comporá o filme, são, sem muita dificuldade, comparáveis a etapas do trabalho do cientista social: a escolha do objeto de pesquisa, o levantamento de dados, a ida a campo e a volta ao gabinete, a apuração do material de campo, a reavaliação e a seleção final do material que integrará a tese, e a produção de uma forma narrativa cuidadosamente elaborada.
A produção fílmica, realizada pelo Núcleo, prioriza a investigação de temas relativos à cultura e à sociedade brasileiras, tendo como fonte primordial de consulta os documentos que integram o acervo de arquivos privados pessoais e os depoimentos orais da FGV CPDOC. Além disso, o Núcleo de Audiovisual e Documentário fornece suporte técnico para as pesquisas desenvolvidas, seja realizando as gravações de depoimentos e eventos acadêmicos, seja editando o material produzido, seja disponibilizando essa produção nos canais oficiais da instituição.
A partir de setembro de 2008, através de recursos obtidos com a aprovação de um projeto junto à Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro (FAPERJ), o Núcleo de Audiovisual e Documentário ganhou corpo, passando a contar com ilhas de edição e contratar estagiários selecionados entre alunos da área de Ciências Sociais.
Mantendo seu vínculo com a graduação e a pós-graduação da Escola de Ciências Sociais, a partir do início de 2019, o Núcleo se integrou também às áreas de Documentação e do Programa de História Oral consolidando os projetos em conjunto com as outras unidades de pesquisa do CPDOC.
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