representações
Edição nº 4, ano II
edição nº 4, ano II · A noção de representação, como ressalta Hanna Pitkin, pode ser compreendida de diversas maneiras, de acordo com a cultura política em que está inserida. Entre outros entendimentos, representar é, como aponta a cientista política, "tornar presente", isto é, de alguma maneira, "mediar". Discorrer sobre toda a extensão do conceito, entretanto, exigiria, como lembra a pesquisadora, "relatos paralelos de história verbal e social, política e cultural".
Edição nº 1, ano I
edição nº 1, ano I · A Revista Mosaico é a revista discente do Programa de Pós-Graduação em História, Política e Bens Culturais (PPHPBC) do Centro de Pesquisa e Documentação de História Contemporânea do Brasil da Fundação Getúlio Vargas (Cpdoc/FGV). Como o próprio nome diz, a revista é um "mosaico" de interdisciplinaridade, congregando pesquisas sobre história e ciências sociais em várias de suas vertentes. Nesta edição de estréia, falamos do processo de construção e das disputas em torno da memória e suas representações.
Do estrangeiro antipático e avarento, ao velhinho simpático e veterano de guerra: representações e construções memoriais sobre o Conde d’Eu
O presente artigo tem como foco a figura do Conde d’Eu, analisada em alguns momentos específicos. O primeiro deles remete à sua experiência no Brasil do Segundo Reinado, onde viveu por mais de 20 anos, após o seu casamento com a princesa Isabel em 1864, e durante o qual o Conde não angariou muitas simpatias, sendo representado como o príncipe estrangeiro e antipático, além de avarento, deselegante e descortês. O fato é que, até final do século XIX, o Conde não era bem quisto no Brasil.
"Falle a Sciencia": diferentes concepções sobre a varíola na capital do Ceará em fins do século XIX
INTRODUÇÃO
