memória
Edição nº 3, ano II
edição nº 3, ano II · A Revista Mosaico completa aqui seu primeiro aniversário. Em sua segunda edição, em novo formato visual, a publicação aponta para suas raízes interdisciplinares e discentes, trazendo à tona a mais recente produção científica do Programa de Pós-Graduação em História, Política e Bens Culturais, resultado da experiência em dezembro último da I Jornada Discente do PPHPBC. Os textos apresentados nesta edição correspondem ao que de melhor circulou em cada uma das mesas do evento, coordenadas sempre por professores e pesquisadores da casa.
Edição nº 2, ano I
edição nº 2 (ano I) • A revista Mosaico em sua edição nº1 traz à luz um debate sobre construção de memórias e cidadania. Em uma avaliação que perpassa as preocupações lançadas pelos artigos, a compreensão da memória construída como instrumento de mobilização cidadã em vista a um projeto democrático aparece na discussão sobre a Revolta Constitucionalista de 1932, bem como na análise do sincretismo religioso brasileiro, passando, é claro, pela influência de uma instituição militar na vida cotidiana e no desenvolvimento de um bairro carioca.
Edição nº 1, ano I
edição nº 1, ano I · A Revista Mosaico é a revista discente do Programa de Pós-Graduação em História, Política e Bens Culturais (PPHPBC) do Centro de Pesquisa e Documentação de História Contemporânea do Brasil da Fundação Getúlio Vargas (Cpdoc/FGV). Como o próprio nome diz, a revista é um "mosaico" de interdisciplinaridade, congregando pesquisas sobre história e ciências sociais em várias de suas vertentes. Nesta edição de estréia, falamos do processo de construção e das disputas em torno da memória e suas representações.
A poética das casas museus de heróis populares
Evocando as lembranças da casa, adicionamos valores de sonho. Nunca somos verdadeiros historiadores; somos sempre um pouco poetas, e nossa emoção talvez não expresse mais que a poesia perdida.
Gaston Bachelard
Imagens turísticas do Rio de Janeiro: memória, representação, identidade e sedução
Ainda hoje – mundo globalizado, de consumo acessível e bombardeado pela publicidade – as viagens estão mais no âmbito do ocasional ou do extraordinário, que do cotidiano. Viajar é justamente sair do dia-a-dia, e alguns lugares são visitados uma única vez na vida de uma pessoa. Por isso, as viagens sempre fomentaram a memória e estão associadas a objetos que estimulam a recordação. Objetos que levamos para casa como se estivéssemos levando um pouco do lugar visitado.
A retórica autobiográfica em Dias Gomes: apenas um subversivo?
Introdução
Ditadura militar e resistência legal: as memórias de Mércia Albuquerque através do seu diário (1973)
Eu trago no rosto
Sulcos profundos.
Que cicatrizes são
De dez anos de luta
Onde está a minha juventude
A beleza de minha mocidade
Procuro e não encontro
Realengo e a Escola Militar: um estudo sobre memória e patrimônio urbano
A sociedade da metade do século XX, com os problemas que se colocam diante de nós, como a atitude diante da vida, a atitude diante da morte, os contraceptivos, etc., são para mim fontes históricas. Não posso fazer abstrações das observações que faço quando saio na rua. A vida de todos os dias é apaixonante, e quanto mais ela for cotidiana mais ela é apaixonante. Talvez seja essa, para mim, a maneira de entrar na História. Não digo que seja o fundamental.
Canudos: guerras de memória
Canudos foi resultado de vinte anos de peregrinação de Antônio Vicente Mendes Maciel, que passou a ser conhecido como Antônio Conselheiro. A aldeia denominada de Belo Monte foi fundada em 1893. O lugar escolhido era uma fazenda abandonada, que ficava às margens do rio Vaza-Barris. O nome Canudos, que acabou por se popularizar, é referência uma planta da região, de haste oca como um Canudo, utilizada por antigos para fazer canudos de pitos para fumar.
