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Memória do Cinema Documentário Brasileiro: histórias de vida

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Ana Carolina

Ana Carolina Teixeira Soares nasceu em em 27 de setembro de 1949, na cidade de São Paulo. Filha de comerciantes, cursou o Colégio Visconde de Porto Seguro, no bairro do Morumbi e a Faculdade de Medicina, com especialização em Paralisia Cerebral, no Departamento de Fisioterapia da Universidade de São Paulo (USP). Com uma passagem pela Faculdade de Ciências Sociais na Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, Ana Carolina se formou em cinema na Escola Superior de Cinema São Luiz e iniciou sua carreira cinematográfica como continuísta de Walter Hugo Khouri no filme As amorosas (1968). No mesmo ano, dá sua carreira de diretora com o filme Lavra-dor (1968), escrito e co-dirigido com Paulo Rufino. Até o meados dos anos 1970, produziu curtas e médias de gênero documental como Indústria (1968), Monteiro Lobato (1969, codirigido com Geraldo Sarno), A fiandeira (1970), Guerra do Paraguai (1970), Pantanal do Mato Grosso (1971), Três Desenhos (1971). Em 1974, fundou, em parceria com os cineastas Jorge Durán e Murilo Salles, a produtora Crystal Cinematográfica LTDA. Em 1974 dirigiu Getúlio Vargas, seu primeiro longa-metragem. Começa então sua carreira no gênero de ficção com a trilogia Mar de Rosas, Das tripas o coraçãoe Sonho de Valsa, que retrata o universo feminino em três fases: infância, adolescência e maturidade. Seu cinema é marcado pelo olhar crítico da condição feminina e tem como característica a combinação de imagens visuais e metáforas na reflexão sobre as relações de poder na sociedade.

 

 

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Topo da Página SUMÁRIO - ENTREVISTA 29.04.2015

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1º Bloco
Origens familiares; a origem familiar galega; a vinda dos pais ainda jovens para o Brasil; a moradia em Sumaré; as referências culturais quando da mudança na infância; o choque das experiências familiares e escolares; a recorrência das ditaduras; a boa educação e prosperidade familiar.
 
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2º Bloco
O contato com o cinema; a educação em músicas eruditas; o difícil acesso ao cinema; a indecisão na vida profissional; os caminhos até a Escola Superior de Cinema São Luiz para cursar cinema; a história da Escola Superior de Cinema São Luiz; a participação em passeatas; o afastamento de militâncias organizadas.
 
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3º Bloco
As possibilidades dentro do cinema; a primeira oportunidade em filme de Walter Hugo Khouri; as dificuldades no set de filmagens e a função como continuísta; a aprendizagem com Khouri; o trabalho em filmes como O Lavador e Indústria; a dedicação a música; os curta-metragens.
 
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4º Bloco
O filme Indústria; as amizades com outros diretores de filmes; as linguagens usadas no Indústria; o momento do cinema documental; a dificuldade financeira de distribuição dos filmes; os demais curtas produzidos.
 
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5º Bloco
O filme O Pantanal; a música presente no filme; a ida para o filme no filme; a ida o Pantanal; a grande quantidade de material produzido; as dificuldades no Pantanal; as problemáticas com o revelar dos filmes.
 
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6º Bloco
A comunidade Cinema Novo; as fortes relações pessoais; o convívio com diferentes pessoas; a presença de uma utopia sobre as realizações do cinema; ou restrição dentro do Cinema Novo; a produção e contato com Nelson Pereira Santos; a terceira mudança de rumo na vida; os serviços aos outros cineastas;
 
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7º Bloco
: As mudanças de rumo; diversas direções e produções de curtas nos anos 1970; o filme Três Desenhos com o professor de arquitetura; o trabalho cansativo nos desenhos para o filme; a Salada Paulista; o filme Getúliol a ansiedade e o conhecimento dos arquivos; a escolha dos materiais para o filme; os interesses por continuar o filme sobre Getúlio.
 
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8º Bloco
O documentário; as problemáticas com o gênero documentário; as possíveis recepções a Getúlio; as emoções envolvidas na concepção do filme; as fortes impressões sobre Getúlio Vargas; o monopólio de produções da TV Globo; a anterior diversificação do setor cinematográfico; as dificuldades financeiras nos anos 1990.
 
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9º Bloco
As questões da produção; o crescimento da ANCINE e da Rede Globo como produtora; o processo de destruição de possibilidades positivas no Brasil; a ligação familiar com a Galícia; as recentes lutas no mundo digital; as mudanças de linguagem do audiovisual e do cinema.
 
 

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