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CIENTISTAS SOCIAIS DE PAÍSES DE LÍNGUA PORTUGUESA: HISTÓRIAS DE VIDA

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Yvonne Maggie

Yvonne Maggie nasceu em 1944, na cidade do Rio de Janeiro. Obteve sua graduação em Ciências Sociais na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) em 1968, tendo concluído seu mestrado em Antropologia Social no Museu Nacional da mesma instituição no ano de 1974. Obteve seu título de doutora em Antropologia Social em 1988, igualmente pelo Museu Nacional da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Atualmente é professora titular do Departamento de Antropologia Cultural do Instituto de Filosofia e Ciências Sociais da UFRJ.

Para demais informações e publicações da autora, seu currículo lattes.

 

 

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Topo da PáginaSUMÁRIO - ENTREVISTA 08.07.2009

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1º Bloco
Origens familiares (primeira parte); a trajetória acadêmica do pai e a importância dele; as relações no ambiente familiar; a morte da mãe; os anos em que a família morou em Copacabana; a mudança da família para o Leblon; os anos de estudo no Sacré-Coeur de Marie e no Colégio santa Úrsula.
 
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2º Bloco
Origens familiares (segunda parte); a entrada de Yvonne na faculdade; a influência do contexto político da época; alfabetização de Yvonne e seus irmãos, pela mãe; o convite para trabalhar com o Plano Nacional de Alfabetização, de Paulo Freire.
 
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3º Bloco
Origens (terceira parte); as visitas à favelas, com a mãe, na infância; o convívio com a pobreza; a influência do passado familiar e doméstico na escolha por Ciências Sociais.
 
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4º Bloco
Anos de formação; o curso de Ciências Sociais na Faculdade Nacional de Filosofia (FNFi),de 1965 a 1968; o ambiente na universidade, pós-golpe militar; os professores marcantes;
 
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5º Bloco
Anos de ditadura militar; ebulição política; a relação com o Partido Comunista do Brasil (PCdoB); rompimento dos laços familiares; a ligação com Stella Amorim.
 
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6º Bloco
Envolvimento com o Cinema Novo; a relação com os cineastas; aulas do curso do Cinema Novo; Sérgio Santeiro e o filme Paixão.
 
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7º Bloco
A escolha por antropologia; o curso de Antropologia no Museu Nacional iniciado em 1969; os professores mais importantes; o curso de Moacir Palmeira e de Roberto DaMatta; a relação de orientanda e orientador com Roberto DaMatta.
 
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8º Bloco
Guerra de Orixá (primeira parte); o pefil cinematográfico do livro; a amizade com Vera Bahuan e Sérgio Santeiro; a importância de Gilberto Velho na elaboração da tese de mestrado; as pesquisas sobre umbanda e religiões afro-brasileiras.
 
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9º Bloco
Guerra de Orixá (segunda parte); experiência de etnografia; a influência de Ruth Landes , Carlos Castaneda e João do Rio; o livro transformado em filme; a relação com as personagens do livro.
 
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10º Bloco
Relacionamentos acadêmicos; a amizade com Peter Fry; os estudantes de mestrado de antropologia do Museu Nacional; os grandes referenciais da época; a realização de seminários sobre filmes documentários na Cinemateca do Museu de Arte Moderna.
 
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11º Bloco
Referenciais teóricos; Raimundo Nina Rodrigues e o livro Animismo fetichista dos negros baianos; a influência do pai na opção pelas ciências humanas; a entrada para a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).
 
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12º Bloco
Relação com a Zahar Editores; a amizade de Jorge Zahar e Gilberto Velho; a publicação do livro Guerra de orixá pela editora.
 
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13º Bloco
Um conjugado em Copacabana; a experiência social de morar no conjugado; a visão de Yvonne sobre o filme Edifício Máster de Eduardo Coutinho.
 
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14º Bloco
Realização profissional; o casamento com Gilberto Velho; independência feminina; a experiência de ser mãe.
 

 

 

 

Topo da PáginaSUMÁRIO - ENTREVISTA 28.09.2009

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1º Bloco
Países de língua portuguesa; aproximação da Fundação Ford através de Peter Fry; criação de um laboratório de pesquisas no Instituto de Filosofia e Ciências Sociais (IFCS); desenvolvimento de um projeto de intercâmbio acadêmico nas Ciências Sociais entre Brasil e Moçambique; desilusão com o socialismo.
 
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2º Bloco
Intercâmbio entre Moçambique e Brasil; estada por três meses em Moçambique no ano de 1992; as trajetórias dos alunos moçambicanos no Brasil; Les causes des armes au Moçambique, de François Jefret; a trajetória e importância de Eduardo Mondlane.
 
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3º Bloco
Congresso Luso-Afro no Brasil; a disputa para a realização do congresso no IFCS; preparativos e organização do evento.
 
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4º Bloco
Trajetória docente; o início da carreira docente no IFCS em 1969; mestrado no Museu Nacional; 40 anos de carreira acadêmica; a aplicação, em 2009, do curso de sua preferência, o curso de introdução;
 
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5º Bloco
Instituto de Filosofia e Ciências Sociais; os mecanismos de entrada no corpo docente do IFCS; a repressão policial durante a ditadura; o desenvolvimento da pós-graduação no IFCS;
 
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6º Bloco
Gestão administrativa no IFCS; a importância de Estela Amorim e Antônio Celso na organização das Ciências Sociais do IFCS; o laboratório e suas funções de ampliar as pesquisas científicas e facilitar as redes de comunicação; a relação com Gilberto de Oliveira Castro e o projeto de assumir a reitoria da UFRJ.
 
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7º Bloco
Direção da Editora UFRJ; as motivações pela escolha e a trajetória na Editora UFRJ; a concepção da função do trabalho público.
 
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8º Bloco
A questão das cotas raciais; a aproximação de questões sócio-políticas através de seus estudos culturais sobre um terreiro de umbanda; a distinção entre o modelo colonial português e o britânico; crítica às classificações; as distintas formulações sobre a sociedade brasileira produzidas pela sociologia paulista e por Gilberto Freyre;
 
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9º Bloco
O racismo no Brasil; o imperialismo cultural norte-americano; o Brasil em oposição à tendência racista internacional ao condenar o racismo pela via jurídico-política em meados do século XX; a transformação do pensamento sobre o racismo no Brasil ao longo das décadas de 1930, 1950 e 1980.
 
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10º Bloco
Educação, religião e racismo no Brasil; reordenação política da Fundação Ford em 1988; a educação como elemento-chave para a desigualdade social no Brasil; os trabalhos de Ruth Lands; a racialização de todas as esferas da vida cultural-legal-política brasileira. 
 
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11º Bloco
Identidade e religião; crescimento do movimentos internacionais religiosos e de racialização da sociedade; Durkheim e a religião; valorização do indivíduo.
 
 
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TranscricaoYvonneMaggie_08_07.pdf   [ENTREVISTA 08.07.2009]

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