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Cientistas Sociais de Países de Língua Portuguesa: Histórias de Vida

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Susana Viegas

Maria de Lurdes ReisRodrigues nasceu em Lisboa em 1956. Em 1984, licenciou-se em Sociologia pelo ISCTE, onde passou a lecionar e, em 1996, obteve o título de Doutora em Sociologia. Foi presidente do Observatório das Ciências e das Tecnologias, no Ministério da Ciência e da Tecnologia de Portugal, entre 1997 e 2002, e Ministra da Educação de Portugal, entre 2005 e 2009.

 

 

 

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Topo da PáginaSUMÁRIO - ENTREVISTA 02 de Maio de 2012

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1º Bloco
A infância em Lisboa; os estudos em um colégio católico progressista; o contato com o ensino oficial nos liceus; a dúvida pela escolha entre a graduação de História ou Antropologia; transição para a universidade; segunda turma de Antropologia do ISCTE; o ensino de Antropologia na época.
 
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2º Bloco
O curso no ISCTE; influências do estruturalismo francês; componentes da Antropologia britânica; o primeiro encontro com João Pina Cabral; projeto com Franz Heimer e o primeiro contato com a obra de Clifford Geertz; o primeiro contato com a Antropologia brasileira; Boletim do Museu Nacional de 1979 (Roberto DaMatta, Gilberto Velho e Eduardo Viveiros de Castro).
 
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3º Bloco
A institucionalização tardia da pós-graduação em Portugal; os primeiros projetos de investigação; entrada no Departamento de Antropologia em Coimbra; início da carreira docente; o Projeto Erasmus; ida à Inglaterra em 1990.
 
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4º Bloco
Orientação de João Pina Cabral no mestrado; aulas e pesquisa na biblioteca de Manchester; estágio de preparação para o doutoramento na Escócia; investigadora júnior do Departamento de Antropologia em Edimburgo com Anthony Cohen; a decisão de vir para o Brasil para realização de trabalho de campo.
 
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5º Bloco
As motivações para a vinda ao Brasil; a pesquisa sobre os movimentos sociais indígenas e afro-brasileiros no Nordeste em 1990; a chegada ao Brasil em março de 1997: o sul da Bahia; a pesquisa de campo entre 1997 e 1998;
 
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6º Bloco
Trabalhos de campo ateriores; Universidade de Ilhéus (UESC); experiência das filhas no Brasil.
 
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7º Bloco
Volta à Coimbra; a difícil conjugação entre aulas, família e doutorado; a criação da cadeira sobre estudos ameríndios; autores brasileiros influentes no período; o investimento em uma formação em Antropologia brasileira; os congressos luso-afro-brasileiros.
 
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8º Bloco
Criação da licenciatura em Antropologia em Coimbra em 1994; disputa entre Antropologia Biológica e Antropologia Social no Departamento em Coimbra; extinção do Departamento de Antropologia em 2006; fim do doutoramento em 2003; ida para o Instituto de Ciências Sociais (ICS); carreira de suas filhas; Declaração de Bolonha em 1999.
 
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9º Bloco
A presidência na Associação Portuguesa de Antropologia em 2006; formalização e regularização da Associação; o desafio de organizar um congresso; Programa “Antropologias Cruzadas” Portugal x Brasil; exposições, seminários e simpósios de integração da pesquisa acadêmica entre os países da língua portuguesa.
 
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10º Bloco
Os baixos investimentos em projetos de investigação e bolsas; a situação relativamente positiva da Antropologia em Portugal no contexto pós-crise.
 
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11º Bloco
A criação do CRIA; a importância da criação de uma rede entre os centros de pequisa para o fortalecimento da disciplina de Antropologia.
 
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12º Bloco
Volta ao Brasil em 2003; o convite para trabalhar na Funai; o estudo prévio do território para demarcação da terrra indígena; a mudança da direção da Funai e o atraso do processo de liberação do território; a reestruturação interna da fundação e o impasse político; a interrupção do processo de demarcação.
 
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13º Bloco
O apoio dos índios para a continuação de seu trabalho; a publicação do livro Terra Calada e a vinda ao Brasil para o lançamento; o pedido da nova direção da Funai para retorno da demarcação; a operação policial para expulsão dos índios do território no dia de seu retorno a campo; a abertura do processo de reintegração de posse pela Funai; a publicação do trabalho e conclusão do processo de demarcação; os novos interesses de investigação.
 
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14º Bloco
Projeto de pesquisa no Timor; as questões de terra e o registro de propriedade de terra; o projeto de publicação de livro em inglês sobre o políticas públicas indígenas; as motivações para ida ao Timor.
 
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15º Bloco
Influências teóricas; o trabalho de Peter Gow; a Antropologia Americanista; a produção do Museu Nacional; presidência na Associação Internacional de Ciências Sociais e Humanas em Língua Portuguesa, em Salvador; a importância da relação entre as ciências sociais de países de língua Portuguesa.
 

 

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