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CIENTISTAS SOCIAIS DE PAÍSES DE LÍNGUA PORTUGUESA: HISTÓRIAS DE VIDA

<<  PETER FRY

Peter Henry Fry nasceu na cidade de Leeds, na Inglaterra, em 1941. Graduou-se em antropologia social na University of Cambridge em 1963. Sua tese de doutorado, fruto de uma pesquisa de campo na África, foi defendida em 1969 na University of London. Peter Fry veio ao Brasil em 1970, participando do processo de consolidação da pós-graduação em ciências sociais da Universidade Estadual de Campinas, onde lecionou até 1983. Foi professor visitante do programa de pós-graduação em antropologia social do Museu Nacional da Universidade Federal do Rio de Janeiro de 1983 a 1985, permanecendo na cidade de 1985 a 1988 como assessor de programas e representante da Fundação Ford no Brasil. Em 1989 Peter Fry vai para Harare, em Zimbábue, como representante adjunto da Fundação Ford. Em 1993, retorna ao Rio de Janeiro para lecionar no Instituto de Filosofia e Ciências Sociais da Universidade Federal do Rio de Janeiro, onde permaneceu até sua aposentadoria como professor titular.

Para demais informações e publicações do autor, seu currículo lattes.

 

 

 

PETER FRY EM 11 MINUTOS
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Este vídeo foi realizado pelos alunos do curso de Ciências Sociais da Fundação Getulio Vargas, como parte da disciplina Laboratório de Audiovisual ministrada por Adelina Novaes e Cruz e Arbel Griner.

 

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Topo da PáginaSUMÁRIO - ENTREVISTA 14.07.2008

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1º Bloco
Anos de formação; estudos em colégios internos; estudos das ciências exatas em Cambridge; a descoberta da antropologia; bolsa de estudos e a ida para a Rodésia do Sul (atual Zâmbia).
 
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2º Bloco
África; a universidade Kremlin on Hill; a realidade racial do país; o nacionalismo; a volta para a Inglaterra; doutorado e a orientação de Mary Douglas.
 
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3º Bloco
Volta para casa; insatisfação e alienação; realização do filme Day of rest; experiências na sociedade africana; estudo sobre a religião e os xamãs.
 
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4º Bloco
Contato com a língua portuguesa; a ida para Moçambique; a descoberta de uma sociedade diferente da Rodésia; a influência da colonização; a paixão por Portugal.
 
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5º Bloco
De Portugal ao Brasil; a inserção na sociedade portuguesa; o aprendizado do português; chegada ao Brasil em 1970; o ambiente da Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP) e posterior naturalização.
 
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6º Bloco
Museu Nacional; a cidade de Campinas; contato com a Universidade de São Paulo (USP); ida para o Rio de Janeiro em 1983 como professor convidado.
 
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7º Bloco
Fundação Ford; um conhecimento cosmopolita; investimento na inteligência; projetos de incremento de renda para população pobre; atuação da fundação na África; o encanto por Moçambique.
 
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8º Bloco
Centro de Estudos Africanos; as estruturas conservadoras do centro; a mobilização acadêmica em prol do aprendizado entre países de língua portuguesa.
 
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9º Bloco
Países de língua portuguesa; o meio acadêmico em Moçambique; a colonização portuguesa em relação `a procriação.
 
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10º Bloco
Movimentos políticos; rotulação racial e sexual; “Ser ou estar homossexual, eis a questão”; a política de cotas raciais no Brasil.
 
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11º Bloco
Antropologia e personalidades; onipotência da antropologia; nativo situacional; assimilação na sociedade brasileira.
 
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12º Bloco
Referenciais teóricos; Jack Goody, Mary Douglas; o preferido Marshall Sahlins; Gilberto Freyre; Os sertões e Glauber Rocha.
 
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13º Bloco
Instituto de Filosofia e Ciências Sociais (IFCS); da África `a Portugal; quinze anos no IFCS; a decepção e o boicote no instituto.
 
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14º Bloco
As Ciências Sociais hoje; a burocratização das Ciências Sociais; o business do conhecimento; a universidade pública em decadência.
 
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15º Bloco
Epílogo: o filme produzido para a Granada Television em 1970 e a aposentadoria; a preferência do verossímil à realidade; Aguinaldo Silva e o impacto sobre a sociedade; a vida fora da universidade.

 

 

 

 

 

 

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Day of Rest
Este filme foi realizado por Peter Fry em 1969 quando fazia pesquisa de campo em Zâmbia, África. O curta-metragem foi restaurado pelo projeto Cientistas Sociais de Países de Língua Portuguesa.

 

 

 

 

 

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Peter Fry.

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