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Cientistas Sociais de Países de Língua Portuguesa: Histórias de Vida

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Joaquim Pais de Brito

Joaquim Pais de Brito nasceu em Beira Alta, na cidade de Nelas, em Portugal. Licenciou-se em Estudos de Etnologia pela Université de Paris VII, em 1974, e obteve seu título de mestre em Antropologia no ano seguinte, pela École des Hautes Etudes en Sciences Sociales, na França. Concluiu seu doutoramento em Antropologia Social no Instituto Superior de Ciências do Trabalho e da Empresa (ISCTE) em 1990, em Lisboa, e tornou-se Professor Agregado da mesma instituição em 2008. Atualmente, é Professor Associado no Instituto Português de Museus.

 

Para demais informações e publicações do autor, seu currículo.

 

 

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Topo da PáginaSUMÁRIO - ENTREVISTA 15.12.2008

  SumarioJoaquimPaisDeBritoI.pdf

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1º Bloco
Origens familiares; a vida em Beira Alta, uma vila rural em Portugal; o universo da casa e da família; tensões entre o universo rural e o universo urbano; a importância do pai.
 
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2º Bloco
Anos de formação; a relação familiar com a leitura; a formação no Liceu em Viseu, o curso de Direito em Coimbra; a relação com a poesia; a importância do Direito e do Código Civil em sua formação.
 
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3º Bloco
Centro de Iniciação Teatral e Acadêmica de Coimbra (CITAC); a entrada no CITAC em 1965; o trabalho com o diretor teatral Vitor Garcia e com o diretor do Teatro Nacional da Catalunha Ricardo Salvat; a experiência de militância no CITAC.
 
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4º Bloco
O exílio na França em 1972; o curso do Departamento de Etnologia e Ciências das Religiões, dirigido pelo Robert Jaulin na universidade de Paris 7; os livros L’éthnocide, A paz branca de Robert Jaulin; o curso na École des Hautes Études e a primeira visita ao Rio de Onor em 1975.
 
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5º Bloco
Regresso a Portugal e a introdução da Antropologia no Instituto Superior de Ciências do Trabalho e da Empresa (ISCTE); a pesquisa de Rio de Onor em 1976; a cadeira de Introdução à Antropologia no ISCTE em 1977.
 
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6º Bloco
Criação da licenciatura em Antropologia em 1982/1983; a formação de uma nova geração de alunos e professores; o olhar sobre a sociedade portuguesa.
 
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7º Bloco
A entrada no Museu de Etnologia; a equipe do Museu, Ernesto Veiga de Oliveira, Margot Dias, Jorge Dias, Fernando Galhano e Benjamim Pereira; Encontro dos Museus organizado pela UNESCO em 1977, o projeto Portugal de Perto, o cargo de diretor do Museu em 1994.
 
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8º Bloco
A criação do Centro de Estudos da Antropologia Social no ISCTE; o dossiê dos Ameríndios e o dossiê da etnografia portuguesa; o projeto da exposição “Os Índio, Nós”; a coleção “Coisas de Índios”.
 
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9º Bloco
A experiência de Rio de Onor como laboratório de compreensão das sociedades; as diferenças com as interpretações de Jorge Dias; as especificidades da aldeia.
 
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10º Bloco
A importância da História da etnografia portuguesa; a influência da obra do autor brasileiro Sérgio Buarque de Holanda; os livros Visão do paraíso: os motivos edênicos no descobrimento e colonização do Brasil e Raízes do Brasil; a influência do poeta peruano José María de Arguedas.
 
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11º Bloco
Referenciais teóricos; a influência de Júlio Caro Baroja e sua obra; o livro El carnaval; a obra de Michail Bakhtin; o panorama atual das Ciências Sociais.
 
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12º Bloco
Países de língua portuguesa; a relação com o Brasil; a vinda ao Museu Nacional do Rio de Janeiro; a relação com África; os projetos de museus em vários países africanos; Timor Leste; Moçambique; São Tomé e Príncipe.
 
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13º Bloco
A Antropologia na atualidade; a perda de um território definido; a relação com outras disciplinas; a elaboração das aulas.
 
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14º Bloco
O ofício do cientista social; o lugar do antropólogo no mundo; o tempo da pesquisa; o fascínio pelas pessoas.
 

 

 

 

Topo da PáginaSUMÁRIO - ENTREVISTA 13.02.2009

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1º Bloco
Atuação na direção do Museu Nacional de Etnologia; a importância do Museu; a tradição francesa de museus; o relacionamento entre os museus locais; o museu de Indanha-A-Nova; o projeto museológico em Torre Molinos.
 
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2º Bloco
Museus Europeus; o período de convulsão dos grandes museus; a criação do Museu do quai Branly; os grandes museus da Europa; o projeto da cidade de Metara no Sul da Itália.
 
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3º Bloco
A pesquisa sobre o fado; o início da pesquisa no ISCTE; a intensificação da pesquisa em 1993/1994; a exposição sobre fado; o papel da alteridade na construção de uma identidade; os heróis civilizadores do fado; o tema da tristeza no fado.
 
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4º Bloco
Divulgação da produção antropológica; a coleção Portugal de perto; necessidade de publicação dos trabalhos acadêmicos; os filmes de Margot Dias; as novas pesquisas e produções; a necessidade dos estágios.
 
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5º Bloco
Reflexões sobre os caminhos da Antropologia; a necessidade de uma comunicação interdisciplinar; o engajamento das novas gerações.
 
 

 

 

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TranscricaoJoaquimPaisDeBrito.15-12-08.pdf   [ENTREVISTA 15.02.2008]

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