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Cientistas Sociais de Países de Língua Portuguesa: Histórias de Vida

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Graça Indias Cordeiro

Maria da Graça Índias Cordeiro nasceu em 16 de julho de 1956, na cidade de Lisboa, Portugal. Formou-se no ano de 1982 em Antropologia pela Universidade Nova de Lisboa, onde em 1988 obteve o título de mestre em Antropologia Social e Cultural e Sociologia da Cultura com a dissertação Laranjinha, lazer, solidariedade: um ensaio de antropologia urbana. Concluiu seu doutorado em 1996 no Instituto Superior de Ciências do Trabalho e da Empresa (ISCTE), em Lisboa na área de Antropologia Social com a tese Um bairro no coração da cidade. Um estudo antropológico sobre a construção social de um bairro típico de Lisboa. Atualmente é professora auxiliar do ISCTE.

Para mais informações acesse o curriculum do autor:
http://www.degois.pt/visualizador/curriculum.jsp?key=2084327740689668

 

 

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Topo da PáginaSUMÁRIO - ENTREVISTA 04.04.2011

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1º Bloco
Origens familiares; formação dos pais, em física; os contrastes culturais familiares; a criação na Avenida de Roma, em Lisboa; a Lisboa popular e o interesse antropológico.
 
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2º Bloco
Os primeiros estudos em escola mista (com moças e rapazes); a carreira profissional dos pais; as origens distintas das famílias maternas e paternas; o trabalho de seus pais como professores.
 
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3º Bloco
As primeiras leituras e o incentivo aos livros; as leituras e o engajamento político nas proximidades da revolução de 25 de abril; as prisões políticas de Graça e seus irmãos; os livros de aventuras fantásticas e o interesse de Graça pela escrita em sua juventude.
 
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4º Bloco
A opção, no ensino secundário, pelas áreas de letras e ciências; o contato com a ideia da disciplina Antropologia através de um primo materno, José Cutileiro, antropólogo; a entrada no curso de Antropologia, na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas, da Universidade Nova, em 1978.
 
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5º Bloco
A influência do professor José Carlos Gomes da Silva; a leitura de autores franceses na Universidade Nova, como Lévi-Strauss; a influência de professores como Rosa Maria Peres, Vitorino Magalhães Godinho, Raquel Soeiro de Brito e Gracia Vieira; o término da licenciatura em 1982.
 
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6º Bloco
A importância da História para as Ciências Sociais em Portugal; a peculiaridade do surgimento das licenciaturas especializadas nos campos das Ciências Sociais em Portugal; livros marcantes durante a licenciatura; o trabalho etnográfico no final da licenciatura, remetendo a Antropologia Urbana.
 
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7º Bloco
A trabalho de campo ao fim da licenciatura; Castelo de Vide e o ghetto dos malpiqueiros; a desmistificação, com o trabalho de campo realizado, da notícia pejorativa sobre os descendentes de pastores em Castelo de Vide; os resultados e as avaliações do trabalho realizado.
 
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8º Bloco
O convite de Mesquitela Lima – coordenador do departamento de antropologia na Universidade Nova – à Graça para participar da Revista Ethnologia; as publicações na revista sobre o Fado; a entrevista a Joaquim Pais de Brito e a sua consagração no campo acadêmico; a atuação no ensino secundário.
 
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9º Bloco
Atuações no ensino secundário após o término da licenciatura; o contato com Luc de Heusch na Bélgica; a ida para o Instituto Superior das Ciências do Trabalho e da Empresa (ISCTE), entre 1984 e 1988, para atuar como assistente estagiária e lecionar; a ida para o mestrado na Universidade Nova.
 
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10º Bloco
A entrada no mestrado e a preferência por Antropologia Urbana; a definição do objeto de estudo: o jogo da laranjinha; o problema teórico de Joaquim Pais de Brito e a sua importância para a tese sobre a laranjinha.
 
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11º Bloco
O júri da tese de mestrado sobre a laranjinha; o diálogo com o fotógrafo e amigo Luís Pavão; o momento em que começa o enfoque no universo das culturas populares; o Congresso Espanhol de Antropologia e o contato com o antropólogo Juan José Pujadas; a opção definitiva por Antropologia Urbana.
 
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12º Bloco
A entrada no doutoramento; a troca Erasmus entre professores do Departamento de Antropologia do ISCTE e de Tarragona, na Espanha; o projeto entre Joan Pujadas e Graça para o estudo da Madragoa, Portugal.
 
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13º Bloco
O doutoramento no ISCTE; a experiência em Tarragona, Espanha, e o contato com bibliografias norte-americanas de Antropologia; o incentivo de Raul Iturra para a abertura da cadeira de Antropologia Urbana no ISCTE.
 
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14º Bloco
A Sociologia Urbana em Portugal; o problema das limitações e das fronteiras em bairros de Lisboa, Portugal; a investigação na Madragoa, em Lisboa; as curiosidades em relação ao bairro da Bica.
 
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15º Bloco
Os estudos de António Firmino da Costa sobre o bairro de Alfama; a interlocução com os trabalhos de Firmino da Costa; leituras importantes durante a elaboração da tese de doutoramento.
 
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16º Bloco
A tese de doutoramento: “Um bairro no coração da cidade: um estudo antropológico sobre a construção social de um bairro típico de Lisboa”; o triângulo tipológico da tese sobre a Bica: o bairro, as festas dos santos populares e a cidade; a orientação de Raul Iturra e Joan Pujadas; a entrada em campo no bairro da Bica.
 
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17º Bloco
As mediações que possibilitaram a entrada em campo no bairro da Bica; a mediação de Zé Machado, fundamental para a entrada em campo.
 
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18º Bloco
As avaliações sobre a tese de doutoramento; a gravidez e o trabalho de campo; o contexto da escrita da tese de doutoramento; as colaborações e as limitações na escrita sobre o bairro da Bica; o feedback positivo de Firmino da Costa sobre a tese da Bica.
 
 
 

 

Topo da PáginaSUMÁRIO - ENTREVISTA 06.04.2011

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1º Bloco
Uma postura intelectual: espaços de autonomia e em rede; herança familiar; o posicionamento no ISCTE; um grupo em rede na Antropologia Urbana; Antonio Firmino da Costa e a sociologia; a relação com a Catalunha; a antropologia portuguesa.
 
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2º Bloco
Descobrindo Gilberto Velho; O Fenômeno Urbano, de Otávio Velho; Utopia Urbana; Individualismo e Cultura; o Congresso luso-afro-brasileiro de 1994 e o impacto com Gilberto Velho.
 
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3º Bloco
O contato com o Brasil via Gilberto Velho; aproximação de antropólogos portugueses e brasileiros; a influência de Joaquim Paes de Brito; o primeiro mestrado em Antropologia no ISCTE; a ida de Gilberto Velho ao ISCTE; influências teóricas e a tese de doutorado.
 
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4º Bloco
A Antropologia Urbana em Portugal; CEAS (Centro de Estudos de Antropologia Social) e CRIA (Centro em Rede de Investigação da Antropologia); o colóquio pelo CEAS e a difusão da antropologia urbana; o mestrado em antropologia urbana e a influência de Gilberto Velho.
 
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5º Bloco
Idas ao Brasil; o Congresso da ABA (Associação Brasileira de Antropologia) em Vitória, em 1998; Carnavais Malandros, de Roberto DaMatta; professora-visitante na Universidade Federal do Rio Grande do Norte.
 
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6º Bloco
Colóquio Cidade e Diversidade; Luis Batista; a ida para o CIES (Centro de Estudos de Sociologia); Joan Pujadas; a organização do colóquio e seus objetivos; o doutorado em rede internacional na Antropologia Urbana.
 
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7º Bloco
FICYURB (First International Conference of Young Urban Researchers); a formação do grupo integrado de pesquisadores; José Guilherme Magnani; Françoise Navez-Bouchanine; a organização; relações com países africanos de língua portuguesa.
 
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8º Bloco
Reflexões sobre as Ciências Sociais; as novas gerações; a Antropologia Urbana hoje; a formação acadêmica hoje nas Ciências Sociais; a importância do diálogo interdisciplinar; a História; Frederico Vidal e o projeto da Rua; autores importantes; o pós-Plano de Bolonha.
 
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9º Bloco
Obras e autores marcantes; Os Nuer e a relação com essa obra.
 
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10º Bloco
Projetos e pesquisas futuros; a pesquisa em Boston; MAPS (Massachusetts Alliance of Portuguese Speakers); os imigrantes portugueses, brasileiros e caboverdeanos em Boston; língua e identidade.
 

 

 

 

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