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BRASÍLIA, 50 ANOS
<<  ENTREVISTA: Paulo Pinto Guedes II

Entrevista realizada no contexto da pesquisa "Trajetória e desempenho das elites políticas brasileiras", parte integrante do projeto institucional do Programa de História Oral do CPDOC, em vigência desde a sua criação em 1975.

 

Sumário

6a Entrevista:missão Albino Silva em Havana; greve dos estudantes de Brasília;revolta dos sargentos; constituição de uma bateria de artilharia; possibilidades de ocupação do Palácio do Planalto;decisão de Goulart no sentido de resistir; efeitos negativos do depoimento de Assis Brasil; impossibilidade de reação; Ademar de Barros depois do golpe quis sublevar com ajuda de oficiais cassados; volta ao Rio; posto em liberdade; transferido para a reserva e reformado; dificuldades na vida civil; vencimentos reduzidos; emprego numa fábrica de formulários para computadores; pressões do Banco do Brasil sobre a empresa em que trabalhava; obrigado a demitir-se; uma herança em Mato Grosso; sem militância política depois de 1964; sobrevivência dos oficiais atingidos; objeções à Frente Ampla; relações dos cassados com os oficiais que continuaram na tropa; proibidos de entrar nos quartéis; incluído na mesma ação penal que envolveu Goulart; o relatório do procurador Décio Miranda; enquadramento na Lei de Segurança Nacional; acusado de ligações com Goulart; com a rebelião dos marinheiros e com a revolta dos sargentos; outros nomes arrolados no processo; falta de provas; um processo que nunca foi julgado; dificuldades para viajar; dificuldades para viajar; controle de passaportes; transtornos na vida de cassado; nunca pensou em exilar-se; situação da família; incluído nos planos do Pára-Sar; oficiais punidos escondiam sua condição de militar; escolha da carreira por vocação; exemplo do pai; outros militares na família; tendências profissionais dos irmãos; antecedentes dos pais; três anos no Paraguai; morava em Aracaju quando estourou a Revolução de 1930; posição do pai ao lado de Washington Luís; transferência para Corumbá após a Revolução; no comando da Escola Militar do Realengo; Colégio Pedro II; ingresso na Escola Militar em 1937; designação para Jaguarão (RS) e Campo Grande (RS); retraimento político dos cadetes; efeitos da Revolta de 1935; Tribunal de Segurança Nacional; lembrança dos camburões que transportavam presos políticos; leituras preferidas; influências em sua formação política; vida primitiva dos lavradores do interior; miséria e corrupção nas cidades italianas durante a Segunda Guerra Mundial; posição pró-aliada do pai; preocupação com as atitudes políticas do filho; acompanhava sua atuação no Clube Militar.

   

 

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