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BRASÍLIA, 50 ANOS
<<  ENTREVISTA: José de Nazaré Teixeira Dias I

Entrevista realizada no contexto do projeto "Memória do setor petrolífero no Brasil: a história da Petrobrás", na vigência do convênio entre o CPDOC/FGV e o SERCOM/Petrobrás (1987-90).

 

Sumário

2ª Entrevista: O funcionamento da diretoria da Petrobrás: a Comissão de Coordenação Geral e o diretor de contato; a decisão de ampliar a capacidade de Mataripe; a necessidade de divulgar as atividades da Petrobrás; ampliação das atividades da Petrobrás no período Janary; o recrutamento para os cargos de administração; a situação dos salários na Petrobrás: comparação com o setor privado; organização de Serviço de Material na Amazônia e na Bahia; a formação de engenheiros e geólogos: colaboração dom o Centro de Aperfeiçoamento e Pesquisa de Petróleo (Cenap); acordos com a Universidade: problemas com o caráter empresarial da Petrobrás: a regularização da situação do pessoal da Região de Produção da Bahia; as pressões nacionalistas; a atualização do Plano Básico da Petrobrás com o auxílio de Hélio Beltrão; negociação de financiamentos americanos para a Petrobrás; atuação de Walter Link; os gastos com os geólogos estrangeiros e a necessidade da formação degeólogos no Brasil; a situação dos cursos de geologia no Brasil; contatos com a Universidade na Bahia; recrutamento dos professores para o curso de geologia de petróleo da Cenap; a atuação decisiva dos reitores para o êxito dos cursos e a manutenção dos contatos com a Petrobrás; o diagnóstico das tarefas educacionais de formação dos engenheiros e geólogos; fim do empréstimo compulsório sobre combustíveis e lançamento das ações preferenciais;a situação dos financiamentos à Petrobrás no Programa de Metas;contato com os setores privados da indústria para o fornecimento à Petrobrás; a importância dos grupos de trabalho para a administração da empresa; modificações implantadas na administração: a Assessoria Econômica, o Escritório de Compras e o Escritório em Nova York; dinamização da contabilidade e criação da auditoria; importância do plano de contas para a coordenação da contabilidade com a administração financeira; a Assessoria Econômica e os planos de produção; dinamização do Setor de Compras e problemas administrativos; os setores de Material, Pessoal e Organização; instalação dos padrões de gestão financeira em moldes privados na Petrobrás; o impacto do modelo da Ente Nazionale Idrocarburi (ENI) e da atuação de Enrico Mattei; atuação agressiva da ENI no mercado internacional de petróleo; negociação dos financiamentos para a Petrobrás; modificação do Escritório em Nova York; a importância da atuação de Janary para o desempenho da empresa;os problemas no final do governo Juscelino com o congelamento dos preços de derivados; a importância decisiva de Adolfo Dieguez em Cubatão e de Geonísio Barroso na Bahia; Irnack do Amaral e Walter Link no Departamento de Exploração; a importante atuação de Leopoldo Miguez de Melo; a crise entre Alexínio e Janary: investimento na exploração do petróleo boliviano; a regulação das relações entre a Petrobrás e o CNP; interesses privados e exploração do petróleo boliviano; atritos com o CNP na questão do monopólio da importação de petróleo e derivados; resolução da crise entre Janary e Alexínio: a demissão de ambos; repercussão dos atritos com o CNP dentro da Petrobrás: o apoio da diretoria;tentativa de transferência da sede para Brasília: as conversas com Juscelino;críticas ao diretor econômico-financeiro da Petrobrás, João Neiva de Figueiredo; as mudanças administrativas (1958), atualização do Plano Básico; as CPIs no Congresso sobre o desempenho da Petrobrás; pressões nacionalistas sobre a empresa; outras críticas a João Neiva de Figueiredo; problemas com a refinaria de Capuava: a refinação acima dos limites permitidos pela lei e a fiscalização do CNP; mais críticas a João Neiva de Figueiredo: as negociações com o Hydrocarbon e a execução do orçamento; avaliação do desempenho do entrevistado na Petrobrás; a necessidade de coordenação na administração pública; relações entre a Petrobrás, o CNP e o Ministério das Minas e Energia; controles legítimos sobre a empresa estatal: Conselho de Administração e Assembléia dos acionistas; necessidade de atuação do Conselho Nacional de Energia para a definição de uma política nacional para o setor; a concentração industrial no Brasil; interferência da administração direta na operação das empresas estatais; comparação entre empresas privadas e estatais.

   

 

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