Entrevista realizada no contexto da pesquisa "Trajetória e Desempenho das Elites Políticas Brasileiras", parte integrante do projeto institucional Programa de História Oral do CPDOC, em vigência desde sua criação, em 1975. Ela se insere no conjunto de depoimentos sobre a história política da cidade e do estado do Rio de Janeiro.
Sumário
1ª Entrevista:
Fita 1-B: Relações de Afonso Arinos com Carlos Lacerda; comentários sobre Carlos Lacerda; candidatura de Afonso Arinos ao Senado (1958); criação da UDN; dificuldades da UDN como partido político; o sentimento antigetulista da família; o governo Café Filho; Gudin no Ministério da Fazenda, a divisão interna na UDN; a personalidade de Juscelino Kubitschek;relações entre Kubitschek e Afonso Arinos; as dificuldades da campanha de Afonso Arinos em Minas Gerais e a disputa para o Senado do Distrito Federal (1958); a ascensão de Lacerda na UDN carioca; as várias UDNs; as relações de San Tiago Dantas com Afonso Arinos; Afonso Arinos no secretariado do governo Magalhães Pinto (1964); a UDN e a transferência da capital para Brasília.
Fita 2-A: Os vínculos de Afonso Arinos com os projetistas de Brasília; as afinidades entre Rio de Janeiro e Brasília;o ingresso no curso de Engenharia da PUC/RJ (1952); cursos de especialização em petróleo na Petrobrás (1957-58) e de análise econômica no Conselho Nacional de Economia (1960); engenheiro na Refinaria de Capuava (1958-60); assessor da Segunda Comissão sobre Petróleo na ONU (196l); contatos com Roberto Campos em Washington (1962); assessor para assuntos de petróleo no Ministério do Planejamento (1965); a situação das estatais no Brasil.
3ª Entrevista:
Fita 6-B:As atribuições da Secretaria de Planejamento; a autarquização da máquina administrativa do estado; a reforma administrativa: a extinção das autarquias, o sistema de planejamento e coordenação geral; a experiência do planejador no Ministério do Planejamento e na Secretaria Estadual de Planejamento; as teses sobre o "esvaziamento" do Rio de Janeiro no início dos anos 70; os projetos de reversão do "esvaziamento" do Rio de Janeiro;a criação da RIOTUR; a questão geopolítica e espacial do Estado da Guanabara; a criação de empresas e companhias; o Decreto-Lei 200 e a administração descentralizada; o processo de escolha da direção das companhias e empresas públicas; a criação do Conselho de Desenvolvimento Econômico (1972); a COPEG; a reversão do "esvaziamento" do Rio de Janeiro;a crise ética do país.
Fita 7-A:Comentários sobre o destino nacional da cidade do Rio de Janeiro;a representatividade regional no Congresso: atuação das bancadas paulista e carioca; avaliação da situação da Guanabara após o governo Chagas Freitas; comentários sobre os problemas criados ao Estado da Guanabara pela fusão; reação de Chagas Freitas ao processo de fusão; a disputa Chagas Freitas x Amaral Peixoto pela sucessão no novo Estado do Rio; o peso do autoritarismo do governo federal no processo de fusão; a atuação dos remanescentes da UDN em favor da fusão; o fracasso da fusão; a vulnerabilidade política de Chagas Freitas diante da fusão.
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