Entrevista realizada no contexto do projeto "História recente das comunicações no Brasil", desenvolvido pelo CPDOC em convênio com a Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (ECT), entre dezembro de 2004 e agosto de 2005.
Sumário
3ª Entrevista:o Contel, o Decreto-lei 200 e a criação do Ministério das Comunicações (1967); dificuldades enfrentadas pelo novo ministério em seus primeiros anos (1967-1969); comentários a respeito da Embratel sob a direção do general Francisco de Souza Galvão e a origem e a formação dos integrantes da empresa (1967); organização alcançada no Ministério das Comunicações com o ministro Hygino Caetano Corsetti (1969-1974); verbas para o Ministério das Comunicações e explicações sobre o Fundo Nacional de Telecomunicações;mudança dos órgãos públicos federais para Brasília e a permanência dos Correios no Rio de Janeiro;breve comentário sobre a transformação do Departamento de Correios e Telégrafos (DCT) em Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (ECT) (1969); implantação do Sistema Nacional de Telecomunicações; compra da CTB pela Embratel; comentários sobre a multiplicidade de empresas de telefonia e sobre a idéia de autofinanciamentos na CTB; dificuldades encontradas pelas companhias telefônicas locais em atender os pedidos de instalações devido à falta de crédito para o autofinanciamento; a falta de apoio da Embratel à CTB; comentários sobre as várias empresas telefônicas locais, a idéia de fazer uma ligação entre todos os estados brasileiros e a conseqüente idéia de criação da Telebrás; a secretaria geral encarregada de organizar as bases dessa nova organização da telefonia; comentário sobre a diferença entre telefone e terminais telefônicos; criação de um grupo de trabalho para elaborar e propor o anteprojeto de lei de criação da empresa holding do sistema telefônico nacional; transformação da Embratel em uma sociedade de economia mista e a criação da empresa Telecomunicações Brasileiras S.A. (Telebrás) (1972); funções e atuação da Telebrás; centros de treinamento criados pela Telebrás; breve comentário sobre a saída do entrevistado da Siemens (1972); congressos organizados pelo Contel, em 1966, sobre a área de telecomunicações; primeiro contato do entrevistado com Corsetti; convite para dirigir a divisão da CTB em São Paulo e o conseqüente desligamento da Siemens; convite para organizar a Telebrás; esforço para formar o sistema Telebrás; comentários sobre a entrega da gestão do Fundo Monetário de Telecomunicações (FMT) para a Telebrás; o plano de expansão do sistema telefônico da Telebrás; investimento em empresas telefônicas do governo e a contratação de profissionais para a expansão do sistema telefônico; encampação do serviço telefônico de Sergipe e a incorporação da Telergipe à Telebrás; o uso de satélite na comunicação interna brasileira (Belém-Brasília);criação do Grupo Executivo de Telecomunicações da Amazônia (Getam); entrada da Embratel no serviço internacional e o fim das concessões para empresas internacionais prestadoras de serviços de telefonia no Brasil; a importância do satélite para o desenvolvimento das telecomunicações; divergências entre Embratel e Correios relacionadas ao controle do telégrafo e telex; mudanças no governo (1969): Médici na presidência da República, Higino Corsetti no Ministério das Comunicações e Haroldo Correia de Matos na Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos; posição contrária do entrevistado quanto à criação da empresa Telebrás Telégrafos S. A. (Teletel) (1974); divisão dos serviços de telegramas e telex entre os Correios e a Embratel; a contribuição da Rede Gentex, via telex, para a melhoria dos serviços telegráficos; desenvolvimento industrial exigido pela demanda das novas empresas telefônicas; comentários sobre as condições impostas para a integração da Companhia Telefônica de Pernambuco à Telebrás; ajuda na resolução de problemas entre a Telepar (Paraná) e a CTB (Rio Grande do Sul) relacionados à compra de equipamentos de telefonia automática.
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