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BRASÍLIA, 50 ANOS

ECOS DA CONSTRUÇÃO: ENTREVISTAS
Luiz Áquila da Rocha Miranda

Luiz Áquila da Rocha Miranda, artista plástico, é filho de Alcides da Rocha Miranda (1909-2001), arquiteto da primeira geração do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional. Alcides iniciou suas atividades como arquiteto do Patrimônio em 1940, no então SPHAN (Serviço Patrimônio Histórico e Artístico Nacional), foi chefe da seção de arte da Divisão de Estudos e Tombamentos e aposentou-se em 1978. Em 1960, transferiu-se para Brasília, a nova capital, e participou do Conselho Diretor da Fundação da Universidade de Brasília (UNB), da criação do Instituto Central de Artes – ICA, do qual foi coordenador e professor titular entre 1963 e 1967. Fundou em Brasília o núcleo regional do SPHAN. Seu filho, Luiz Áquila, seguiu os passos do pai pelas artes plásticas e foi um dos jovens que viveram em Brasília no momento de sua inauguração. Carioca, Áquila nasceu em Copacabana, em 27 de fevereiro de 1943. Seu depoimento, concedido no CPDOC em 25 de março, é importante pelo relato detalhado que faz do ambiente familiar que o estimulou desde muito cedo ao gosto pelas artes, ingressando na Escolinha do Augusto, Augusto Rodrigues, a Escolinha de Arte do Brasil, e também pela recuperação da atuação de seu pai, protagonista reconhecido daquele projeto de invenção da capital.

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Paulo Firmino de Aguiar

Paraibano (Campina Grande/1934), Paulo Firmino transferiu-se para o Rio de Janeiro no início da década de 1950, onde trabalhou como mestre de obras por toda a vida. Convidado a trabalhar na fase final da construção de Brasília, participou ativamente do erguimento de diversos prédios, como o Banco Central, a Catedral e o Teatro Nacional. Aposentado, Paulo recebeu a equipe do CPDOC em sua residência, no estado de Minas Gerais (Juiz de Fora), em um sábado (22 de abril), um dia depois da comemoração dos 50 anos de inauguração da capital.

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Vladimir Carvalho

Natural da Paraíba (Itabaiana/1935), Vladimir Carvalho é um dos expoentes da geração de documentaristas brasileiros, formada no contexto do Cinema Novo e da luta contra o regime militar. Convidado por Eduardo Coutinho, participou da realização do então inacabado Cabra marcado para morrer, além de ter dirigido filmes que seriam censurados pela ditadura, como O País de São Saruê (1971). Radicado em Brasília, realizou importantes documentários políticos sobre a cidade, como o curta-metragem Brasília segundo Feldman (1979) e Barra 68 (2000), que trata da invasão da UnB pela polícia. Vladimir prestou seu depoimento ao CPDOC em Primeiro de Março de 2010, quando relembrou um de seus filmes mais contundentes, Conterrâneos velhos de guerra (1991), película lançada por ocasião dos trinta anos da inauguração da capital, que traz graves denúncias sobre abusos de autoridade contra os candangos – migrantes nordestinos em sua maioria – à época da construção.

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