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Verbetes do Dicionário Histórico-Biográfico Brasileiro - DHBB

COMO USAR O DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO

I. ENTRADAS

Os títulos dos verbetes constituem as entradas pelas quais devem os temas e biografias ser procurados no Dicionário.
Adotou se em princípio como título do verbete a forma mais consagrada do nome que designa o personagem ou o tema. Visou se com essa atitude garantir um atributo essencial do bom dicionário: possibilitar ao usuário a localização mais simples e imediata do verbete requerido. Grande multiplicidade de entradas remissivas para as formas alternativas procura assegurar uma busca bem sucedida do item desejado.
No caso biográfico, a entrada se faz, quase invariavelmente, pelo último nome da forma consagrada, que aparece em maiúsculas (versal), seguido, após a vírgula, do primeiro ou primeiros nomes dessa formal. Veja os exemplos:
GEISEL, Ernesto
FREIRE, Jessé Pinto
GUERRA, José Carlos

Mesmo quando o personagem se consagrou por um duplo nome de família (sobrenome), a entrada é feita pelo último deles, como se vê abaixo:
SOARES, José Cassio de Macedo
FRANCO, Afrânio de Melo

Não se encontrará, portanto, entradas do tipo MELO FRANCO ou MACEDO SOARES, rogando se ao leitor que, as tendo procurado, não suponha de pronto a inexistência da biografia correspondente.
Há duas exceções a essa regra. A primeira, é o caso dos sobrenomes duplos orgânicos, ou seja, daqueles em que os dois nomes, pela própria origem, só existem conjugados. Nesses casos, efetua se a entrada em ordem direta, pelo primeiro desses nomes, como em:
CASTELO BRANCO, Humberto
VILAS BOAS, João
OURO PRETO, Carlos Celso de

A segunda exceção é constituída pelos sobrenomes duplos unidos por hífen, circunstância em que a entrada também se faz em ordem direta pela primeira parte desses nomes, como em:
ABI ACKEL, Ibrahim
SCHMIDT ELSKOP, Arthur

Observe se que no primeiro exemplo, de um brasileiro de origem libanesa, o hífen foi adotado pela família provavelmente com o intuito de realçar a ligação das duas partículas, associadas na língua árabe. O segundo exemplo repete um nome estrangeiro, e não por acaso: nos nomes brasileiros de origem portuguesa, o hífen, além de extremamente incomum, pareceu nos quase sempre uma adoção aleatória e, portanto, suprimível.
Para os dois tipos de exceção, entradas remissivas respondem às alternativas de busca:
BRANCO, Castelo: ver CASTELO BRANCO
ACKEL, Ibrahim Abi-: ver ABI ACKEL, Ibrahim

Ainda segundo a regra, são tratados os personagens que ganharam domínio público apenas pelo prenome e primeiro sobrenome:
KUBITSCHEK, Juscelino
PESSOA, João

Os últimos sobrenomes constituem no caso entradas remissivas:
OLIVEIRA, Juscelino Kubitschek de: ver KUBITSCHEK, Juscelino
ALBUQUERQUE, João Pessoa Cavalcanti de: ver PESSOA, João

São excluídos das entradas todos os nomes (prenomes e sobrenomes) que não compõem a forma consagrada, uma vez que os mesmos, "nomes de carteira de identidade" como dizia Otto Maria Carpeaux, dificultam a maioria das vezes a identificação do personagem. Assim, constituem entradas:
CUNHA, Flores da e não CUNHA, José Antônio Flores da
DUARTE, Paulo e não DUARTE, Paulo Alfeu Junqueira de Monteiro
MORAIS, Prudente de e não BARROS, Prudente José de Morais

Os nomes completos constituem, no entanto, conforme ficou dito, o elemento de abertura de todos os textos de verbetes biográficos.
Alguns personagens consagrados apenas por um duplo prenome receberam entrada pelo último desses prenomes, como se duplo sobrenome fosse. Ocorrem, portanto, entradas como as seguintes:
LUIS, Washington
ALBERTO, João

Nesses casos, de modo a facilitar ainda mais a procura, o leitor disporá de entradas remissivas pelo último sobrenome e também pelo primeiro prenome:
SOUSA, Washington Luís Pereira de: ver LUÍS, Washington
WASHINGTON LUÍS: ver LUÍS, Washington
BARROS, João Alberto Lins de: ver ALBERTO, João
JOÃO ALBERTO: ver ALBERTO, João

Outros poucos figurantes ficaram conhecidos de forma tão exclusiva por um único prenome, acompanhado ou não por uma partícula de parentesco, que a entrada tem que se dar obrigatoriamente pelo mesmo:
VASCO FILHO

As remissivas dão conta dos sobrenomes:
AZEVEDO FILHO, Vasco de: ver VASCO FILHO

As entradas só incorporam títulos quando absolutamente indispensáveis para a identificação do personagem:
NOBRE, padre
ANSELMO, cabo

Como sempre, as remissivas contemplam as formas completas:
NOBRE, José de Sousa: ver NOBRE, padre
SANTOS, José Anselmo dos: ver ANSELMO, cabo

As entradas ignoram, assim, todas as patentes militares, títulos eclesiásticos, de nobreza etc., prescindíveis para efeito de identificação.
Quando a forma consagrada compreende iniciais de nomes, estas foram preservadas na entrada:
SEABRA, J. J.
JORGE, J. G. de Araújo

Nomes utilizados coloquialmente para designar o personagem aparecem corno entradas remissivas, muito úteis no caso, porque consignam o que pode ser a única forma que ocorra ao leitor:
GOLBERI: ver SILVA, Golberi do Couto e
ESTILLAC: ver LEAL, Estillac
CANROBERT: ver COSTA, Canrobert Pereira da

As partículas complementares designativas de parentesco acompanham os sobrenomes em ordem direta:
CAFÉ FILHO
DELFIM NETO
LIMA SOBRINHO, Barbosa
ABREU JÚNIOR, Silvio

Pseudônimos e formas correlatas (heterônimos, alcunhas, hipocorísticos etc.), nas poucas ocorrências consagradas, recebem em geral entradas remissivas:
ATAÍDE, Tristão de: ver LIMA, Alceu Amoroso

Os nomes originários de outras línguas que não a portuguesa ganham entrada segundo os princípios aqui enunciados, sendo lhes aplicadas algumas normas particulares, próprias das respectivas línguas.
Nos nomes alemães, as partículas podem constituir entrada ou serem pospostas. No primeiro caso estão os artigos e a contração de preposição com artigo (Am, Vom, Zum, Zur) e no segundo as preposições seguidas ou não de artigo (von, von der).
WALTHER, Gebhardt von

Nos nomes holandeses, as partículas van der, van, ter, de, são pospostas:
WEIDE, Jean Marc van der

Nos nomes franceses, dá se entrada pelo artigo ou pela contração de preposição com artigo (des, du, la, lé), pospondo se a preposição (de ou d):
LA ROQUE, Henrique
LA CHAUVINIÈRE, Dufresne de

Nos nomes italianos, as partículas constituem sempre a entrada, sendo as mais comuns De, Di, Degli, Defia, Del, Lo:
DEL CARO, Silvério
DEL PICCHIA, Menotti
DI SAN PIETRO, Ludovico Barattieri

A distinção dos homônimos pode ser feita pelo cabeçalho de caracterização, que figura logo em seguida às entradas. Dois personagens dotados de mesma entrada, ainda que não homônimos, podem ser diferençados tanto pelo cabeçalho como pelo nome completo apresentado na abertura do texto:
GUIMARÃES, Mário
magistrado; min. STF 1951 1956.
Mário Guimarães nasceu em...

GUIMARÃES, Mário
dep. fed. RJ 1955, 1956 1959 e 1961.
Mário Guimarães nasceu em...

MACEDO, Araripe
militar; Min. Aer. 1971 1979.
Joelmir Campos de Araripe Macedo nasceu em...

MACEDO, Araripe
militar; conite em ch. Esquadra 1964 1965; min. Mar. 1965 1967.
ZíImar Campos de Araripe Macedo nasceu em...

Apresentado esse arrolamento dos gêneros de entradas de verbetes biográficos, recomendamos vivamente que o leitor, ao procurar uma biografia, tenha sempre em mente a regra de buscar pelo último nome da forma consagrada, uma vez que as exceções estarão fartamente servidas por entradas remissivas. Nos exemplos que se seguem, procuramos aplicar essa regra destacando a forma consagrada, seccionada por um traço quando objeto de entrada invertida:


Amauri/Kruel
Carlos de Lima/Cavalcanti
José Augusto/Varela
Antônio Augusto Borges de/Medeiros
Edmundo de Macedo/Soares e Silva
Etelvino/Lins de Albuquerque
padre Antônio de Oliveira/Godinho
Alexandre Marcondes Machado Filho
Nereu de Oliveira/Ramos
Antônio/Carlos Ribeiro de Andrada
Natalício Tenório/ Cavalcanti de Albuquerque
José Joaquim/Seabra
Alexandre José Barbosa/Lima Sobrinho
Antônio/Delfim Neto

No setor temático, a entrada é feita, em ordem direta, pelo designativo do tema, seja ele uma instituição, um órgão, uma entidade, um partido político, um conceito, um jornal, um item de economia, relações internacionais ou matéria legal, seguido, entre parênteses, da sigla ou correspondente, se houver:


PARTIDO REPUBLICANO MINEIRO (PRM)
FEDERAÇAO DAS INDUSTRIAS DO ESTADO DE SÃO PAULO
(FIESP)
CLUBE 3 DE OUTUBRO
CORONELISMO
BANCO NACIONAL DA HABITAÇÃO (BNH)
PLANO DE AÇÃO ECONÔMICA DO GOVERNO (PAEG)
CONSTITUIÇÃO DE 1946
SUPERINTENDÊNCIA DO DESENVOLVIMENTO DO
NORDESTE (Sudene)
REVOLUÇÃO DE 1930
CAFÉ
INSTRUÇÃO 204
JORNAL DO COMÉRCIO

As siglas e outras reduções (acrografias, braquigrafias) aparecem como entradas remissivas:
PRM: ver PARTIDO REPUBLICANO MINEIRO
SUDENE: ver SUPERINTENDÊNCIA DO DESENVOLVIMENTO DO
NORDESTE

As únicas exceções são as entradas ELETROBRÁS, ELETRONORTE , ELETROSUL, EMBRATEL, FURNAS, NUCLEBRÁS, PETROBRÁS e TELEBRÁS, adotadas por superarem de longe em notoriedade as relativamente desconhecidas razões sociais, estas servidas apenas por remissivas.
Formas alternativas de designação do mesmo tema constituem igualmente entradas remissivas:
CONSTITUIÇÃO DE 1969: ver EMENDA CONSTITUCIONAL Nº 1
(1969)
INTENTONA COMUNISTA: ver REVOLTA COMUNISTA DE 1935

Muitas vezes, para evitar um excessivo fracionamento dos textos, o verbete englobou elementos correlatos, antecedentes e conseqüentes a seu objeto central de estudo. Esses itens, tratados sob o título do tema principal, podem ser recuperados mediante entradas remissivas:
DEPARTAMENTO NACIONAL DO CAFÉ: ver INSTITUTO
BRASILEIRO DO CAFÉ
CONSELHO NACIONAL DO PETRÓLEO: ver PETROBRAS

Em outras situações, o tema do verbete foi o conjunto de elementos de um mesmo gênero ou categoria, como no caso de:
ATOS INSTITUCIONAIS
GRUPOS EXECUTIVOS

nos quais, sob a entrada no plural, são tratados todos os instrumentos ou instituições desse tipo.
Os artigos constantes de títulos de jornais e, eventualmente, de nomes de instituições, são pospostos na entrada:
GLOBO, O

Os numerais designativos da ordenação de reuniões, congressos e conferências, são igualmente pospostos:
CONFERÊNCIA NACIONAL DAS CLASSES PRODUTORAS, II (II
Conclap)
CONGRESSO BRASILEIRO DE ESCRITORES, I

Eventos e conclaves referidos a topônimos, recebem entrada por estes últimos, figurando portanto em ordem inversa. Esse caso de inversão é motivado pelo fato dos topônimos serem nesses casos os elementos invariáveis das expressões e, portanto, os mais fixados. Assim, aparecem:
ARAGARÇAS, Revolta de
CHACO, Questão do
PUNTA DEL ESTE, Conferência de

A denominação em ordem direta merece entrada remissiva:
REVOLTA DE ARAGARÇAS: ver ARAGARÇAS, Revolta de

Certas entradas temáticas podem ser seguidas, entre parênteses, de um qualificativo que enuncia a abordagem dada ao assunto ou a especificidade do tema:
CAPITAL ESTRANGEIRO (legislação)
DECRETO CAFÉ FILHO (educação)
PARTIDOS POLÍTICOS (extinção)

Quando necessário para a cabal identificação do tema, o título incorpora, entre parênteses, locais ou datas correspondentes:
EMENDA CONSTITUCIONAL Nº 1 (1969)
PARTIDO LIBERTADOR (PL; 1928 1937)
PARTIDO LIBERTADOR (PL; 1945 1965)

ou nos jornais homônimos:
RESISTÊNCIA (Rio de Janeiro)
RESISTÊNCIA (São Paulo)

ou ainda:
UNIÃO DEMOCRÁTICA NACIONAL (RS)
em que a sigla do estado se presta à distinção do partido homônimo de caráter nacional:
UNIÃO DEMOCRÁTICA NACIONAL (UDN)

As entradas biográficas e temáticas compostas da maneira descrita são inseridas no corpo da obra numa só ordem alfabética. A alfabetação se faz de acordo com a língua portuguesa. Adotou se a alfabetação dita "letra a letra", ou seja, a que leva em conta, na ordenação das entradas, a sucessão de todas as letras até a vírgula, sem interromper a seqüência ao passar de uma palavra para outra e considerando inclusive as preposições, artigos etc. A alfabetação repete se do mesmo modo para as palavras situadas além da vírgula. O exemplo hipotético elucida o critério utilizado:


CASA, Antônio
CASÃ, Antônio
CASA, Antônio José
CASA, José
CASÁ, José
CASA BRANCA
CASA DA BEIRA
CASADO, Jorge
CASADO, Raimundo
CASA DOS CONTOS
CASA DOS FEITOS
CASAL, Alberto
CASAL, Manuel
CASARIO, Martim
CASA RIO, Martim
CASAS, Onofre
CASA SANTA
CASASSANTA, Luís
CASA DO REAL OFICIO

Observar que, dadas duas entradas compostas das mesmas letras na mesma ordem, a formada por uma única palavra precede a formada por mais de uma palavra. A acentuação gráfica só interfere na alfabetação para diferençar duas entradas no restante idênticas. As palavras sem acentuação precedem as acentuadas.

II. GRAFIA DE TOPÔNIMOS E ANTROPÔNIMOS

Com a finalidade de unificar e padronizar a grafia de topônimos e antropônimos da língua portuguesa, conforme fazem as mais respeitadas obras em que a matéria é ordenada alfabeticamente, adotamos o princípio de atualizar todos esses nomes de acordo com a ortografia vigente. Avaliamos o desconforto que tal atualização possa causar aos portadores desses nomes. Somos em princípio avessos a qualquer intervenção que altere o aspecto grafemático de nossos nomes, tal o vigor dos laços que nos unem aos mesmos. Razões sentimentais, históricas, de identidade, e de outra natureza são plenamente justificáveis. Proclamando nosso reconhecimento ao valor dessas razões, rogamos que se aceite estarmos animados dos melhores propósitos ao promover essa atualização, com a qual pretendemos apenas, a exemplo de todas as modernas obras do gênero, racionalizar a busca e identificação dos nomes. Todas as formas literais são contempladas com entradas remissivas. O processo de atualização empregado pautou se pelos seguintes princípios:

1. Eliminação do H que segue consoante, exceto nos dígrafos LH, NH e
CH. PH é substituído por F:
ATAÍDE em lugar de ATHAIDE
ALFEU em lugar de ALPHEU
SANTA CATARINA em lugar de SANTA CATHARINA
O TH no final de palavra é transformado em TE ou eliminado:
RUTE em lugar de RUTH
EDITE em lugar de EDITH
ELISABETE em lugar de ELISABETH
NAZARÉ em lugar de NAZARETH

4. Eliminação de letras duplas exceto os RR e SS:
MELO em lugar de MELLO
MATOS em lugar de MATTOS
SENA em lugar de SENNA

5. Eliminação do P, C e G mudos que antecedem consoante:
ASSUNÇÃO em lugar de ASSUMPÇÃO
VÍTOR em lugar de VICTOR
EMÍDIO em lugar de EMIGDIO

6. Eliminação do H intervocálico:
ABRAÃO em lugar de ABRAHÃO
NEEMIAS em lugar de NEHEMIAS
PARAÍBA em lugar de PARAHYBA

7. Eliminação do H inicial em casos como:
ENOC em lugar de HENOCH

8. Transformação dos ditongos EA e AE respectivamente em EIA e AI em casos como os seguintes:
AREIA em lugar de AREA
CORREIA em lugar de CORREA
MORAIS em lugar de MORAES
MINAS GERAIS em lugar de MINAS GERAES

9. Substituição do E por I e do O por U em casos como:
FILIPE em lugar de FELIPE
CAVALCANTI em lugar de CAVALCANTE
ALUISIO em lugar de ALOISIO
MANUEL em lugar de MANOEL
MUNIZ em lugar de MONIZ

10. Acréscimo de um E inicial a nomes principiados por S seguidos de consoante:
ESTÊNIO em lugar de STENIO
ESPÍNOLA em lugar de SPINOLA
ESPÁRTACO em lugar de SPARTACO
ESCANDINÁVIA em lugar de SCANDINAVIA

11. Substituição do Z por S em casos como:
LUÍS em lugar de LUIZ
MENESES em lugar de MENEZES
SOUSA em lugar de SOUZA
GOIÁS em lugar de GOYAZ
QUEIRÓS em lugar de QUEIROZ

12. Contração de nomes compostos ligados por apóstrofo:
DÁVILA em lugar de D'ÁVILA
SANTANA em lugar de SANT'ANNA

13. Substituição do G pelo J em casos como:
LAJE em lugar de LAGE
BAJÉ em lugar de BAGÉ
MOJI DAS CRUZES em lugar de MOGI DAS CRUZES

14. Substituição do SS por Ç em nomes de origem indígena:
MOÇORÓ em lugar de MOSSORÓ
IGUAÇU em lugar de IGUASSU

15. Manutenção da forma original dos prenomes derivados de sobrenomes estrangeiros:
NEWTON
WAGNER
WASHINGTON
WELLINGTON
LOURDES
EDGAR (do inglês)
LEVI (transliterado do hebraico)
WANDERLEY (forma arcaica do holandês)

Em alguns casos, todavia, dada a absoluta consagração, formas aportuguesadas foram admitidas, como:
NILTON ou NEWTON
ÉDISON ou EDSON

Respeita se evidentemente a grafia original dos nomes estrangeiros, seja nos sobrenomes não portugueses de brasileiros, seja nos nomes completos de estrangeiros.
Exemplos de brasileiros:
WOLFFENBÜTTEL, Frederico João
MÜLLER, Filinto
WERNECK, Carlos
BITTENCOURT, Paulo
LEVY, Herbert
Note se, no último exemplo, a diferença entre o sobrenome LEVY e o prenome LEVI apresentado anteriormente.
PILLA, Raul
BEVILACQUA, Peri
Observe se nos dois últimos exemplos que o respeito permanece mesmo em nomes que já mereceram discutível aportuguesamento.
Exemplos de estrangeiros:
SCHMIDT ELSKOP, Arthur
GAINER, Donald St. Clair
Atente se ao Arthur com H e à redução de Saint adotada na língua inglesa.
Os topônimos estrangeiros entram na forma portuguesa, desde que incontroversamente consagrada, caso da grande maioria dos nomes de países e de algumas das principais cidades do mundo. Assim, aparecem:
LONDRES FRANKFURT
COLÔNIA MINSK

Acolhemos, em princípio, as formas adotadas na Grande enciclopédia Delta Larousse para antropônimos e topônimos estrangeiros, alterando as sempre que nos pareceu conveniente, dado o caráter incidental em que ocorrem em nosso trabalho. Eliminamos assim os caracteres, os díacríticos e outros sinais inexistentes em nosso alfabeto e adaptamos, quando necessário, as formas transliteradas de outros alfabetos.
 

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